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NOVA EPIDEMIA DE AIDS NO MUNDO
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NOVA EPIDEMIA DE AIDS NO MUNDO

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Década de 80. O ano era 1981 quando foi reconhecida a maior epidemia do mundo advindo dos homossexuais masculinos nos Estados Unidos. Mais de trinta anos depois, a aids tornou-se a maior peste do século XX, matando mais de 35 milhões de pessoas.

Sobre a origem da doença, estudos moleculares indicaram que o vírus, sem manifestação do HIV, estava presente na África, em populações locais, desde o início de 1900.

Pesquisas, estudos intensos e milhões de testes para o desenvolvimento de diagnóstico, identificação da eficácia das drogas antivirais e a luta pela prevenção do contágio materno-fetal têm-se
contraposto à magnitude da pandemia mundial instalada.

A disseminação continuada e crescente em áreas consolidadas e em novas áreas resultam em um cenário desalentador.

Transmissão
Com o aumento no consumo de drogas e a massificação de substâncias injetáveis, a inicialização precoce de atividade sexual, especialmente em crianças e a falsa imagem de seres humanos imunes à doença retratados em filmes, seriados, novelas e desenhos em suas cenas de sexo desprotegido, a doença encontra ambiente favorável ao contágio.

Homossexuais continuam como maiores infectados
Seguindo a linha de disseminação do início de sua aparição, o vírus HIV infecta 19 vezes mais a população homossexual masculina do que a outros grupos de pacientes contaminados – incluindo
bebês durante o parto-. Nos EUA, 68% dos novos casos encontram-se nessa condição.

Terapia e medicamentos aumentam descuido das pessoas                                                                                                                                                                                                               Coquetéis de medicamentos que prolongam e dão maior qualidade de vida aos infectados promovem efeito inverso ao que desejam especialistas de saúde. As pessoas em grupos de riscos deixaram de se proteger sob a falsa ideia de que a aids, sob efeito de medicamentos, não faz mais vítimas fatais e ou todas as pessoas submetidas aos tratamentos médicos não sofrem com os efeitos da imunodeficiência adquirida.

É correto afirmar que as erupções na pele, descamações e piores sintomas que matavam os doentes na década de 80 são combatidos de forma eficaz, mas muitas pessoas portadoras do vírus ainda sofrem com reações violentas e os medicamentos, em muitos casos, não apresentam eficácia levando os doentes a morte precoces e dolorosas.

DESAFIOS ATÉ 2020

Terapia antirretroviral
É a resposta não só no aumento e na melhor qualidade de vida, como na diminuição da transmissão, pela menor circulação do vírus, evitando novas contaminações. Até o final de 2015, o tratamento beneficiou mais de 17 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas ainda há muito o que fazer, até 2020, segundo os órgãos mundias de saúde, os principais desafios são:

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