Home destaque WITZEL “COSPE NO PRATO QUE ACABOU DE COMER” AO CRITICAR BOLSONARO

WITZEL “COSPE NO PRATO QUE ACABOU DE COMER” AO CRITICAR BOLSONARO
0

WITZEL “COSPE NO PRATO QUE ACABOU DE COMER” AO CRITICAR BOLSONARO

0

 

Por Alexandra Gomes – jornalista

Parece que a onda que descobriu os traidores do conservadorismo começou a revelar bem mais que um medíocre deputado federal.

Agora, o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), que conseguiu sua eleição graças aos abraços, fotos e frases feitas copiadas do discurso de Jair Bolsonaro é quem ‘cospe no prato que comeu’ e ataca o governo do capitão.

Em apenas sete meses de mandato, Witzel parece que acha ter direito a criticar, sob sua própria análise, as ações de Bolsonaro e sua equipe à frente do caos que o país se tornou após décadas de governo esquerdista.

À revista Época, o governador, que já deixou claro que pretende suceder Jair na presidência, disse que “Bolsonaro anima as redes, e o Brasil não sai do lugar”. E não parou por aí. O então candidato à presidência da República que antes lhe serviu de maior ponte para o Palácio, principalmente pelo o que dizia, hoje, aos olhos de Witzel, é criticado pelo o que sai de sua boca.

“O que o Bolsonaro fala, eu não falaria. Sou um pouco mais preocupado com aquilo que tenho de expressar. Meio ambiente, por exemplo. Eu não falaria em fazer cocô dia sim, dia não, como o presidente fez. Até porque isso é simplesmente inexequível. É como editar uma medida provisória sobre o uso diário de banheiro”, disparou.

O problema de muitos políticos que se dizem conservadores e outrora – entende-se um passado muito, muito recente – é que não aprenderam nada com os opositores esquerdistas.

O que falta na direita é exatamente o que sobra na esquerda; união. Ainda que discordantes, nunca, publicamente, um esquerdista criticou negativamente quem trabalha, ainda que fora da mesmo grupo, para destruir o país, nossa moral, valor e família.

Alexandre Frota, João dória, Wilson Witzel e os demais que possam surgir precisam entender de uma vez por todas que Bolsonaro não foi eleito por falta de opção política da população. Ele foi o escolhido dos brasileiros para representá-los e colocar o país de volta nos trilhos. Jair não é perfeito. Seus eleitores mais conscientes e politizados sabem disso. Mas também entendem que se o exército amigo começa a disparar não haverá necessidade alguma do inimigo gastar munição.

É hora de Witzel e a turma de traidores começarem a baixar os fuzis contra o capitão. Atingir Jair, ainda que de raspão, significa fim de qualquer reeleição.

 

WITZEL CRITICA BOLSONARO: “ANIMA AS REDES SOCIAIS, MAS O BRASIL NÃO SAI DO LUGAR”

 

“COM MENOS EFETIVO, REDUZIMOS A CRIMINALIDADE”, disse Witzel em entrevista

Comentários
-- Jornal Nação --