Home Sociedade TRANSEXUAL DESCUMPRE A LEI E SE DIZ VÍTIMA DE AGENTES QUE A RETIRARAM DE BANHEIRO

TRANSEXUAL DESCUMPRE A LEI E SE DIZ VÍTIMA DE AGENTES QUE A RETIRARAM DE BANHEIRO
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TRANSEXUAL DESCUMPRE A LEI E SE DIZ VÍTIMA DE AGENTES QUE A RETIRARAM DE BANHEIRO

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Histeria, confusão e vitimismo fizeram parte de mais um episódio envolvendo travestis com dificuldade de interpretação das leis brasileiras.
Dany Coluty aparece em vídeo gravado pela própria travesti onde aparece gritando contra agentes da Guarda Municipal que a conduziam à delegacia por desacato à autoridade.
Segundo a própria travesti os agentes entraram no banheiro depois que ela, incorretamente, decidiu usar o banheiro público feminino.
O caso aconteceu em Araruama, na Região dos Lagos do Rio na praça Antônio Raposo, no Centro.
O transexual disse que foi algemada e retirada à força.
Mencionada nos veículos de comunicação como ‘famosa na região’ por ser rainha de bateria de uma escola de samba na cidade, a transexual afirmou que é conhecida na região e que nunca passou por uma situação dessas.

A transexual conta que saiu de casa para ir ao mercado e, no caminho, entrou no banheiro feminino para tirar uma foto no espelho sendo surpreendida pela ação dos agentes.

A Prefeitura de Araruama disse, por meio de nota enviada pela assessoria de comunicação, que “segundo a Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Defesa Civil foi aberto um processo administrativo para apurar os fatos. Desde já, cabe esclarecer, que a Guarda Civil de Araruama preza pela igualdade de direitos, repudiando qualquer tipo de ato discriminatório.

A nota afirma ainda que “cabe ressaltar que a Dany Coluty foi autuada por desacatar os Guardas Civis que estão presentes no ocorrido”.

Dificuldade de entendimento por parte da comunidade LGBTYWZX
O uso do banheiro feminino chegou a ser discutido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2015, os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin chegaram a votar a favor do direito de transexuais usarem banheiros conforme sua “identidade de gênero”, ou seja, como se percebem (homem ou mulher), independentemente do sexo a que pertencem. Na ocasião, o julgamento foi interrompido por um pedido de vista.
Portanto, ainda que as mentes digam que as ‘almas’ são diferentes aos seus corpos físicos, faça-se valer a biologia no Brasil e que os órgãos sexuais sejam o diferencial em convivência pública no país.

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