Home Brasil TOFFOLI LUTA PARA IMPLANTAR VENEZUELA POR AQUI E CONTA COM MAIS 7 INDICADOS DO PT NA CORTE PARA DESTRUIR O BRASIL

TOFFOLI LUTA PARA IMPLANTAR VENEZUELA POR AQUI E CONTA COM MAIS 7 INDICADOS DO PT NA CORTE PARA DESTRUIR O BRASIL
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TOFFOLI LUTA PARA IMPLANTAR VENEZUELA POR AQUI E CONTA COM MAIS 7 INDICADOS DO PT NA CORTE PARA DESTRUIR O BRASIL

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Apadrinhado de Lula e ex-advogado petista, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, cumpre o papel de proteção aos bandidos com maestria de dar inveja a qualquer aliado esquerdista.
Em 2015, quando ainda presidente do TSE, Toffoli que era responsável por julgar políticos da Lava jato no Supremo, se recusou a fazer teste público nas urnas eletrônicas, se fechou com meia dúzia de gente, 30 minutos antes de terminar as eleições, alegou que o país não estava – já àquela época – no fundo do poço.

Lula indicou Toffoli em 2009
Antes, advogado-geral da União, o então ministro José Antônio Dias Toffoli, para o Supremo Tribunal Federal (STF) foi feito por Lula.Ele substituiu o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que morreu em 1º de setembro de 2009 de um câncer no pâncreas.
Formado em Direito pela Universidade de São Paulo e especializado em Direito Eleitoral, aos 27 anos Toffoli já prestava assessoria jurídica ao Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados.
Também foi advogado do partido nas eleições presidenciais de 1998, 2002 e 2006 e está há três anos à frente da Advocacia-Geral da União.
Esta foi a sétima indicação de Lula para o STF desde que assumiu a Presidência, em 2003. Com isso, o atual governo amplia a maioria de alinhados na Corte, formada por 11 ministros.

Os votos no mensalão
Em outubro de 2012, o Supremo começou a julgar os políticos envolvidos no processo do mensalão, como ficou conhecido o esquema de compra de votos de parlamentares revelados em 2005, durante o governo Lula. Era o maior processo penal já julgado na mais alta corte do país.
Entre os réus havia uma série de políticos importantes do PT, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do partido José Genoino e o ex-tesoureiro Delúbio Soares.
Todos eles foram condenados à prisão.
Dias Toffoli votou pela absolvição de Dirceu e pela condenação de Genoino e Delúbio.

O voto no caso Lula
Em abril de 2018, o Supremo rejeitou um habeas corpus preventivo para Lula, pelo qual o ex-presidente tentava evitar a prisão para o cumprimento de pena no caso tríplex, algo que viria a ocorrer três dias depois. Na votação em plenário, Toffoli votou pela concessão do habeas corpus, mas saiu derrotado.
O pano de fundo da discussão era se um condenado em segunda instância deveria ou não começar a cumprir pena, mesmo tendo direito a mais recursos nos tribunais superiores. O Supremo reafirmou seu entendimento de 2016, quando decidiu que já era possível mandar alguém para a cadeia, numa decisão cujo principal argumento era o combate à impunidade.
Toffoli sempre foi contra essa tese.

O voto no caso Jucá Toffoli
votou a favor da defesa de outros políticos envolvidos em denúncias de corrupção. Em março de 2018, ajudou a rejeitar uma denúncia feita pelo Ministério Público Federal que acusava o senador Romero Jucá (MDB-RR) e o empresário Jorge Gerdau de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Zelotes.

O voto no caso Maluf
Em abril de 2018, Toffoli decidiu conceder prisão domiciliar ao ex-deputado Paulo Maluf (PP-SP), que estava preso desde dezembro de 2017 no Complexo da Papuda, em Brasília, cumprindo pena por lavagem de dinheiro desviado de obras da prefeitura de São Paulo nos anos 1990. Seu voto ajudou a tirar o ex-prefeito da cadeia.
Retirou reportagem que revelou seu apelido em ligação com Odebrecht
Toffoli recebeu a proteção do Supremo, na figura de Alexandre de Moraes, que mandou retirar do ar a matéria do site ‘O Antagonista’ e a revista ‘Cruzoé’ por notas que citam o presidente da Corte.
Moraes estipulou multa diária de R$ 100 mil e mandou a Polícia Federal ouvir os responsáveis do site e da revista em até 72 horas.

“Determino que o site ‘O Antagonista’ e a revista ‘Crusoé’ retirem, imediatamente, dos respectivos ambientes virtuais a matéria intitulada ‘O amigo do amigo de meu pai’ e todas as postagens subsequentes que tratem sobre o assunto, sob pena de multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais), cujo prazo será contado a partir da intimação dos responsáveis. A Polícia Federal deverá intimar os responsáveis pelo site ‘O Antagonista’ e pela Revista ‘Crusoé’ para que prestem depoimentos no prazo de 72 horas”, diz a decisão.

Alexandre de Moraes decidiu sobre a questão porque é relator de um inquérito aberto no mês passado para apurar notícias fraudulentas que possam ferir a honra dos ministros ou vazamentos de informações sobre integrantes da Corte.

Quanto ganha um ministro do STF
Legalmente, o salário dos ministros do Supremo serve de limite a todos os outros cargos no poder público, tanto do governo federal quanto dos estados e municípios. Hoje, o valor bruto (sem descontos) do salário está fixado em R$ 39.293,32.

Além disso, sete dos 11 ministros recebem o chamado “abono de permanência”, adicional criado no serviço público como um incentivo para que pessoas que já poderiam ter se aposentado continuem na ativa. Em troca, elas recebem o valor equivalente ao que era descontado do salário para a Previdência. A lógica é a de que sai mais barato pagar o salário e o abono a uma mesma pessoa, do que pagar a previdência do aposentado e mais um salário ao futuro contratado para ocupar aquela vaga. Com o abono, o valor bruto do salário desses ministros sobe para R$ 43.615,58.

Depois de nomeados, os ministros só são obrigados a deixar o cargo quando completam 75 anos e atingem a idade da aposentadoria compulsória, regra obrigatória para qualquer servidor público.

A FORMAÇÃO DA CORTE LÍDER DE DESAFETO POPULAR NO BRASIL – 7 PETISTAS E GILMAR MENDES QUE – INDEPENDENTE DE PARTIDO INDICADOR- É O MAIS ODIADO PELA NAÇÃO!

Alexandre de Moraes
Nomeado por: Michel Temer (MDB) em 2017 Idade: 50 anos
Aposentadoria compulsória: em dezembro de 2043
Salário bruto: R$ 39.293,32

Edson Fachin
Nomeado por: Dilma Rousseff (PT) em 2015
Idade: 61 anos
Aposentadoria compulsória: em fevereiro de 2033
Salário bruto: R$ 39.293,32

Luís Roberto Barroso
Nomeado por: Dilma Rousseff (PT) em 2013
Idade: 61 anos
Aposentadoria compulsória: em março de 2033
Salário bruto: R$ 39.293,32

Rosa Weber
Nomeada por: Dilma Rousseff (PT) em 2011
Idade: 70 anos
Aposentadoria compulsória: em outubro de 2023
Salário bruto: R$ 43.615,58

Luiz Fux
Nomeado por: Dilma Rousseff (PT) em 2011
Idade: 66 anos
Aposentadoria compulsória: em abril de 2028
Salário bruto: R$ 43.615,58

Ricardo Lewandowski
Nomeado por: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006
Idade: 71 anos
Aposentadoria compulsória: em maio de 2023
Salário bruto: R$ 43.615,58

Cármen Lúcia

Nomeada por: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006
Idade: 65 anos
Aposentadoria compulsória: em abril de 2029
Salário bruto: R$ 43.615,58

Gilmar Mendes
Nomeado por: Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 2002
Idade: 63 anos
Aposentadoria compulsória: em dezembro de 2030
Salário bruto: R$ 43.615,58

Marco Aurélio Mello
Nomeado por: Fernando Collor (Pros) em 1990
Idade: 73 anos
Aposentadoria compulsória: em julho de 2021
Salário bruto: R$ 43.615,58

Celso de Mello
Nomeado por: José Sarney (MDB) em 1989
Idade: 73 anos
Aposentadoria compulsória: em novembro de 2020
Salário bruto: R$ 43.615,58

Dias Toffoli
Nomeado por: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2009
Idade: 51 anos
Aposentadoria compulsória: em novembro de 2042
Salário bruto: R$ 39.293,32

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