Home Comportamento Substituição humana na hora do prazer

Substituição humana na hora do prazer

Substituição humana na hora do prazer

0

Transformando o sexo em puro ato carnal, indústria tecnológica apresenta os robôs que substituirão os seres humanos

O distanciamento pessoal que a internet promove entre as pessoas é só o começo para o fim das relações interpessoais no mundo afora. Milhões de pessoas já abdicaram da vida real para se afundar nas teclas e telas frias dos computadores e através deles resolvem suas vidas. Trabalho, compras, pagamento de contas, consutas médicas quase tudo está ao alcance de alguns cliques.
A mais nova atrocidade que o ser humano aprimorou contra sua própria espécie é a evolução de robôs que imitam – com perfeição – uma pessoa.
Criados para satisfazer prazeres sexuais os ‘robôs sexuais’ estarão em plena funcionalidade em muitos lares até 2025.
Não é a primeira vez que começa a se falar sobre sexo com robôs. O conceito da ‘robofilia’ já vem sendo discutido há algum tempo. Enquanto alguns especialistas acreditam que logo mais as pessoas vão suprir suas carências afetivas e sexuais com robôs, algumas empresas já estão um passo à frente e antecipando as provisões para os próximos anos.
As companhias norte-americanas True Companion e Real Doll criaram robôs que fazem sexo e ainda têm reações quando são tocados.
A primeira boneca sexual com esqueleto completamente articulável, a Real Doll hoje é aclamada como a melhor love doll do mundo. A amante misteriosa esculpida por Matt McMullen é tão realista que cria a ilusão de que ela possui sensibilidade. Alguns usuários chegam a afirmar que a experiência com ela “é ainda melhor do que com uma mulher de verdade”.

Sensações humanas
Os modelos fazem pequenos movimentos e conversam com o parceiro. De acordo com o lugar onde são tocados, soltam frases como “estou tão excitada” ou “faz mais forte”.
Alguns produtos várias opções de personalidade que podem ser pré-programadas pelo usuário, desde a comportada à mais ousada.
E os orifícios do robô possuem sensores e motores que dão a sensação de uma experiência mais real.
Takeshi Mita, CEO da A-Lab – a mepresa chinesa campeã em venda de androids sexuais afirmou que “Daqui uma década os androides serão indistinguíveis de pessoais reais”. A empresa criou um robô com personalidade, uma variedade de expressões e a habilidade de iniciar e responder a questionamentos. Segundo o CEO, a empresa está empenhada em ampliar o fluidez dsa linguagem coproral da robótica.

Sem neuras
É incontestável que o mercado consumidor é, em sua maioria, cercade 80% formado por homens prontos a abandonar o aconchego de um ser real dotado de inteligência e sentimentos, o que significa que os próximos anos serão marcados de uma drástica diminuição dos relacionamentos afetivos entre as pessoas, baixa natalidade e ampliação do esfriamento de sentimentos entre as pessoas. Mas, na busca por apimentar a relação, alguns casais começarão a experimentar os robôs e ao perceberem que eles possuem valores agregados que vão de encontro a suas necessidades, abandonarão os parceiros reais.
Robôs não precisam de relacionamento e não criticam. Homens cansados de DR’s (discutir relação) substituirão as parceiras por peças metálicas que não se importam com seu excesso de bebida e nunca dizem não a seus anseios. em contrapartia, mulheres nãoprecisarão se preocupar com a forma física e as celulites… Robôs não possuem senso crítico.
E mesmo que nenhum dos motivos sejam suficientes, as pessoas, por si sós, tendem a reajustar suas vidas para acomodar seus vícios.

Comentários