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SEM DEPENDER DE SAÚDE PÚBLICA, JULIANA PAES PEDE DINHEIRO PÚBLICO PARA CARNAVAL
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SEM DEPENDER DE SAÚDE PÚBLICA, JULIANA PAES PEDE DINHEIRO PÚBLICO PARA CARNAVAL

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Liga se recusa cobrar ingresso de foliões e espera mais dinheiro público para patrocinar farra

E grande parte da classe artística se recusa a aceitar que o Brasil mudou e a maioria escolheu pelo fim do desperdício de dinheiro público.
Enquanto pacientes morrem à espera de atendimento, medicação, de sofrimento dentro de enfermarias alagadas ou sem nenhuma ventilação, a cidade assolada pela criminalidade, o custo de vida cada vez mais caro para os trabalhadores e, principalmente, para os milhões de desempregados que estão concentrados no Rio de Janeiro há quem levante a bandeira do supérfluo e ignore o pedido de prioridade da maioria.
Ignorando esse momento conservador em que vive o país, onde a tentativa é de ajustar a casa fechando a torneira das perdas numerárias e priorizar o que realmente é importante para a população, a atriz global Juliana Paes, no programa do Faustão do último domingo (06) fez um ‘apelo’ ao prefeito Marcelo Crivella em favor do Carnaval.
“Vamos falar com nosso prefeito pra termos os ensaios técnicos na Sapucaí, gente. É tão divertido. É um entretenimento maravilhoso”, disse.

R$ 2,5 milhões apenas para ensaios
Com captação de R$600 mil pela Lei Rouanet, o presidente da Liga, Jorge Castanheira diz que pelo segundo ano consecutivo os ensaios técnicos podem não acontecer devido a falta de verba para a farra. Segundo ele a cifra necessária seria de no mínimo R$ 2,5 milhões. A quantia obtida, por enquanto, seria suficiente apenas para realizar na Avenida o teste de luz e som da Beija-Flor, atual campeã do Carnaval. Castanheira descartou qualquer cobrança de ingresso no ensaio técnico.

De graça para os sambistas
Bolsonaro já declarou que em seu governo não haverá verba liberada para eventos de Carnaval, Marcha para Jesus e eventos da comunidade LGBT. Sempre com a justificativa de que cada evento deve ser patrocinado por seus participantes e idealizadores. Mas a LIESA se recusa a acatar o novo momento do país e afirma que não há como cobrar ingresso dos espectadores do ensaio. Em todos os anos de apresentação, as noites de ensaio recebem milhares de pessoas que começas, antecipadamente, a comemorar o Carnaval.

A questão é que o Brasil está sob uma liderança que mostra trabalho em prol da melhora real e imediata da vida do brasileiro. Saúde, educação, segurança e assistência à população em demais aspectos são pautas apresentadas como prioridade de solução. Portanto, qualquer que levantar bandeira contrária ao que deseja, necessita e merece a população, no mínimo não sofre das mazelas da maioria

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