Home Mundo SAIBA O QUE A COREIA DO NORTE PLANEJA COM SEU PROGRAMA NUCLEAR

SAIBA O QUE A COREIA DO NORTE PLANEJA COM SEU PROGRAMA NUCLEAR
0

SAIBA O QUE A COREIA DO NORTE PLANEJA COM SEU PROGRAMA NUCLEAR

0

Enquanto os noticiários mundiais classificavam o ditador Kim Jong-un como um sádico, o JORNAL NAÇÃO BRASIL explicitava que os planos de guerra do líder norte-coreano avançava, provando que de louco Jong-un não tinha nada.

O programa de armas da Coreia do Norte só começou a preocupar a comunidade interancional depois de muitos testes bem sucedidos seguidos de modernização nas armas que o ditador desenvolve dentro do território coreano.
A ONU e os Estados uNidos realizaram nova rodada de sanções contra a adoentda economia norte-coreana, mas que em nada amedrontaram o líder.

O mundo assiste a ataques terroristas pela Europa ao passo que tenta entender de onde começou ou o que pode impedir um guerra estreada pela Coreia do Norte. De que forma esse embate pode influenciar o mundo e qual o papel dos EUA nocombate a essa iniciativa?

Especialistas apontaram os princpais pontos que Kim Jong-un pretende alcançar. E para esclarecer, segue:

– De que forma os EUA podem fazer para que encerrar, de uma vez por todas, os programas nucleares e de mísseis norte-coreanos?
Dada a escalada da guerra retórica entre os dois países, e o alerta do presidente americano, Donald Trump, de reagir com “fogo e fúria” se o líder norte-coreano, Kim Jong-un, continuar ameaçando abertamente os EUA e cumprir a ameaça de lançar mísseis contra o território americano de Guam, ainda restam dúvidas sobre como a diplomacia pode ser uma ferramenta útil para moderar as tensões regionais.
O secretário de Estado Americano, Rex Tillerson, e outros funcionários do alto escalão do governo Trump destacaram a importância do diálogo. No passado, o próprio Trump se ofereceu para conversar com Kim, mas não há sinais de que os norte-coreanos estejam abertos a negociação.
Conversas mantidas com funcionários do alto escalão do governo norte-coreano na Europa indicam que Pyongyang estaria focada em continuar com seus programas de enriquecimento nuclear e de mísseis.
O que pretende a Coreia do Norte ao engrossar seu arsenal de armas para destruição em massa?

Desde que chegou ao poder, no final de 2011, Kim Jong-un deixou clara suas prioridades: modernizar as Forças Armadas do país e garantir a prosperidade econômica.
As aspirações nucleares da Coreia do Norte datam da década de 60 e são consistentes com o desejo do regime por autonomia política e militar frente à oposição não só de seus inimigos tradicionais, como os Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul, mas também de aliados históricos, como China e Rússia.

Parte da motivação da Coreia Do Norte resulta de uma avaliação sensata dos interesses estratégicos do país. O que aconteceu na Líbia e no Iraque é um lembrete para Pyongyang de que a única garantia de sua sobrevivência é a possessão de armas de destruição em massa.

EUA querem paz
Enquanto os Estados Unidos reafirmaram que não têm a intenção de atacar militarmente a Coreia do Norte, Pyongyang continua a acreditar que Washington, como uma potência nuclear armada e inegavelmente superior, com 28 mil soldados estacionados na Coreia do Sul, representa uma ameaça para o país.
Kim quer reafirmar seu poderio nuclear
As ambições em relação ao programa de testes de bombas e mísseis balísticos de Kim Jong-un também são uma expressão da identidade política do regime. A legitimidade de sua dinastia está atrelada à narrativa de defesa contra seu arqui-inimigo, os Estados Unidos.
– Armada, uma Coreia do Norte poderia ser aliada dos EUA?
A campanha de testes de mísseis da Coreia do Norte e os dois testes nucleares bem-sucedidos no ano passado refletiram o progresso do potencial armamentista do país.
Relatórios recentes da inteligência americana indicam que o país já pode ter 60 bombas nucleares, mas os dados são questionados por analistas.

Além disso, os testes com mísseis de longa distância realizados nos dias 4 e 28 de julho indicaram que a Coreia do Norte poderia atingir alvos nos EUA.

Mas uma nota do Boletim de Cientistas Atômicos questionou se isso realmente seria possível.
De qualquer forma, o governo americano deixou claro que não vai reconhecer ou tolerar qualquer escalada armamentista de Pyongyang.
Aceitá-la significaria uma vitória simbólica para a Coreia do Norte, prejudicando criticamente as relações dos Estados Unidos com seus aliados mais próximos na região, como Japão e Coreia do Sul, possivelmente provocando uma corrida às armas na região e desestabilizando a ordem mundial de não-proliferação nuclear.

Comentários
-- Jornal Nação --