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Reforma trabalhista acaba com disputa entre patrão e empregado
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Reforma trabalhista acaba com disputa entre patrão e empregado

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Todos os anos milhares de brasileiros seguem para os Estados Unidos à procura de melhores empregos. O que muitos não sabem é que na terra das oportunidaes, os Estados Unidos garantem bem menos benefícios do que os direitos trabalhistas brasileiros, pois o país segue uma política econômica liberal, que busca regulamentar as questões da forma menos controladora
possível.
Os EUA são o único país desenvolvido que trata férias como um ‘presente’ ao empregado, não como um direito.

Em países como Áustria, Alemanha, Itália e Espanha, os trabalhadores têm direito a 30 dias pagos, entre férias e feriados. Nos Estados Unidos,
a lei garante aos trabalhadores… zero dias.
Entretanto emprega mais que no Brasil, possui plano de carreira mais satisfatório e remuneração dentro das projeções governamentais que asseguram aos americanos uma vida digna e sem privações.

A Reforma Trabalhista no Brasil aprovada sob forte tumulto e protestos esquerdistas trata, na essência, de fexibilização e modernização
nas negociações entre empregadores e empregados.
Na prática, o texto altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) permitindo que elementos como jornada de trabalho, banco de horas e intervalo sejam negociados diretamente com o superior. Antes, a CLT exigia a presença de um sindicato e estabelecia condições mínimas
que não podiam ser alteradas.

As diretrizes pelos direitos dos empregados estavam a cargo de sindicatos que impunham benefícios aos funcionários independente da situação da empresa, como por exemplo, a bonificação na participação de lucros e resultados. Em, tempos de crise, muitos segmentos fecham o ano no ‘vermelho’ com déficits milionários e provam, através de seus balanços, os números negativos.
Sem flexibilização ou acordo, as empresas são punidas pelo não cumprimento da PL aos funcionários mesmo que não tenha caixa
para realização do benefício.
O sufocamento da CLT e as implicações trabalhistas apoiadas por sindicatos desestabilizam setores produtivos, resultam em demissões
e são responsáveis por inúmeros pedidos de falência no país.
Verdade que o Brasil está engatinhando se comparado aos EUA. Ainda que modernizemos a CLT, estaremos muito aquém do custo de vida e retorno de impostos que o governo americano investe na população. Mas o Brasil precisava, urgentemente, começar a caminhar em direção a independência contratual entre empresa e colaborador para que os próximos avanços possam acontecer.

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