Home Brasil QUEM PODERÁ NOS DEFENDER? – REFORÇO DE FEDERAIS NÃO REDUZIU CRIMINALIDADE NO ESTADO

QUEM PODERÁ NOS DEFENDER? – REFORÇO DE FEDERAIS NÃO REDUZIU CRIMINALIDADE NO ESTADO
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QUEM PODERÁ NOS DEFENDER? – REFORÇO DE FEDERAIS NÃO REDUZIU CRIMINALIDADE NO ESTADO

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Um mês após o início das ações conjuntas com a presença das forças federais para a redução do índice de caso de roubos a carga, veículos e violência generalizada no estado, um levantamento realizado pela Secretaria de Segurança na análise dos índices de criminalidade comprovou que não houve redução na criminalidade pelo Rio.

O levantamento comparou dados de crimes registrados em delegacias de todo o estado no período que a operação esteve em vigor com o mesmo período de 2016 e três de quatro indicadores criminais apresentaram aumento: homicídios, roubos de cargas e veículos. Somente o número de roubos a pedestres diminuiu – ainda que não considerado, a população (maior indexador para o panorama da violência de qualquer cidade) aprova  a iniciativa de agentes pelo centro da cidade denominados ‘Lapa Presente, Centro Presente’ que favoreceram, certamente, para a queda na violência contra os pedestres pelas ruas da cidade -. Prefeituras do estado precisam copiar este modelo para, ao menos, oferecer maior segurança aos moradores de outros municípios.

Os roubos contra pedestres foram o único indicador que apresentou melhora, foram 4% de casos a menos em relação ao ano passado.

 

Motoristas sofrem com roubo e furto de veículos

Um dos maiores transtornos e prejuízos para os trabalhadores é a perda de um bem durável. Nem mesmo o reforço no patrulhamento pelas forças federais conseguiu acalentar os motoristas. Roubos de carros dispararam no período, aumento de 52% somente na capital. Prioridade no inicio da integração, o roubo de cargas também aumentou, foram 610 casos registrados durante a operação contra 597 no ano passado.

 

8,5 mil homens treinados pra guerra

Os dados revelados apontam que se o reforço de contingente para a segurança publica de 8,5 mil homens que são treinados pra guerra não conseguiram combater e nem mesmo reduzir os índices de violência deve significar que o problema não se trata da quantidade de agentes na rua. A inteligência da força policial deveria prioritariamente, ser responsabilizada pelos resultados.

Estratégia de posicionamento, horário dos turnos, integração com as forças policiais são fatores que mal administrados resultam nesta ação desastrosa.

O governo federal ou governo do estado nem mesmo na figura do governador se pronunciaram desde a divulgação dos dados.

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