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Professor drag queen impõe escolha pessoal  dentro de sala de aula
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Professor drag queen impõe escolha pessoal dentro de sala de aula

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Com a desculpa da bandeira contra o preconceito, um professor de química resolveu lecionar travestido para levantar um debate na classe contra a homofobia. Luis Lima, que é artisticamente conhecido como Friday Manson, foi dar aula montado de drag queen.

“Desde que comecei a ensinar, há 7 anos, eu sou o professor que eu queria ter tido, principalmente como LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros]. Enquanto estudante, eu achava que eu não podia ocupar alguns espaços e trilhar alguns caminhos porque a sociedade me dizia que aquele espaço não era próprio para quem é homossexual”, relatou Friday.

O objetivo da intervenção, realizada com permissão da direção, era promover uma reflexão com os alunos do ensino médio sobre como o ambiente escolar não deve reforçar as diferenças que existem fora da escola, mas sim desconstruí-las e reconhecer a diversidade.
Claramente, o professor, pago para ensinar aos alunos sobre os átomos isótopos, isóbaros e isótonos, utilizou a frente de sala como palco e levou para o ambiente escolar suas escolhas pessoais.

O discurso dos ativistas é tão parecido que poderia ser considerado um mantra. Não se viu, ou pelo menos não se ganhou manchete de jornais, nenhum mestre que tenha pintado o corpo de preto, colocado agrilhões nos pés e se disponibilizado a levar chibatadas pendurado em um tronco na sala de aula para combater o racismo e trazer à consciência dos alunos o sofrimento dos negros no Brasil.
Por que será que o vestido, a maquiagem e o salto alto têm sido mais convidativos para esses professores?

Iniciativas absurdas como essa serão proibidas por pais, políticos e parte da sociedade enganjadas no processo do ‘Escola sem Partido’.

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