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POLICIAIS PARTICIPAM DE AUDIÊNCIA PELA EDUCAÇÃO E DERRUBAM IDEOLOGIA DE GÊNERO

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Em um país onde, dos mais de 206 milhões de habitantes, apenas oito por cento das pessoas têm condições plenas de entendimento do que falam, leem e escrevem, alguns professores não parecem se importar em reforçar as aulas de Português, Matemática, História e Física entre seus alunos.

A questão da ‘Escola sem Partido’ é cada vez mais necessária para que a doutrinação esquerdista e distorcida do ser humano não venha ganhar ainda mais espaço dentro de salas de aulas.
Depois que o Governo Federal na incumbência petista dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff deixou a cargo dos estados e municípios decidirem pela implantação ou não da doutrinação de gênero, a atenção dos pais, deputados e vereadores contrários à prática precisou ser redobrada.

No último dia 11, o Conselho Estadual da Condição Humana realizou uma Audiência Pública na Universidade Federal de São Paulo, Campus Baixada Santista, para discutir o texto do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo.

E como em uma guerra onde há necessidade por armamento pesado, o estado de São Paulo largou em grande vantagem contra esses absurdos e ganhou um dos melhores reforços que os alunos, seus pais e responsáveis poderiam contar, a Polícia Militar.

Os docentes e representantes pela doutrinação nas escolas, certos da falta de qualquer interferência pelo direito dos alunos a uma educação voltada ao ensino de disciplinas acadêmicas, ficaram estarrecidos com a chegada de centenas de agentes da segurança pública em prol das famílias, dos valores e pelo fim dos direitos humanos a favor de humanos sem direito em nosso país.

Com um grupo de apoiadores, os policiais expuseram seus pontos de vista contra a ditadura da ideologia de gênero nas escolas, conseguiram feitos espetaculares como a supressão de qualquer referência a direitos humanos no plano estadual e a obrigação de formar agentes de segurança pública com base nos princípios dos direitos humanos.

Em nota de repúdio, a Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp), classificou a ação como “abusiva e promoção a um espetáculo de horrores”. Segundo relato, os policiais intimidaram o livre debate de ideias, fizeram provocações e defenderam a “Revolução de 1964”, propondo que substituída no texto a expressão “Ditadura Militar de 1964”. Também propuseram proibir a discussão de gênero nas escolas.

Adunifesp apoia Dilma, mas grita por discussão apartidária
Na nota divulgada, a Associação expõe claramente sua tendência esquerdista quando diz que a participação dos agentes não passou de “uma atitude intimidatória, onde os policiais e os setores que representam querem fazer retroceder a proteção aos direitos humanos no estado de São Paulo e no Brasil, mais um retrocesso cuja discussão é propiciada pelo golpe que depôs a legítima Presidenta da República, Dilma Rousseff.”

Em fotos divulgadas em alguns sites de notícias, é possível ver uma bandeira preta com “Fora Temer” em letras vermelhas escritas de forma garrafais. Um claro sinal de como ideólogos do gênero e contrários à democracia agem, dentro das salas de aula impondo seus pontos de vista individuais e escolhas pessoais aos alunos na tentativa de desmoralizar o ensinamento moral que as crianças recebem de seus pais – únicos responsáveis pela formação de caráter e senso crítico de seus filhos -.

Adunifesp pede por direitos humanos e rechaça a polícia
“Da mesma forma que o autodenominado movimento “escola sem partido”, a ação destes policiais pretende impedir que as escolas possam realizar o livre debate sobre a realidade do nosso país e formar cidadãos e cidadãs que não aceitem a violência policial e a violação dos direitos da pessoa humana.”, seguiu a nota de repúdio da associação.
Posição clara de quem defende bandido no Brasil, onde afirmam e ensinam que a violência e mortalidade são de responsabilidade única e exclusiva de agentes que arriscam a vida para defender a população de criminosos sem piedade.

Outras policias devem seguir exemplo
As universidades, repletas de ideólogos de gêneros, esquerdistas e comunistas, rechaçam a polícia pois é o que lhes é costumeiro. Mas outras forças policiais e militares de outros estados devem apoiar o contingente paulista e seguir o exemplo.

Afinal de contas, os distúrbios e tendências criminosas dessas crianças doutrinadas que acabam se perdendo em si mesmas e são encontradas nas ruelas das favelas e topos de morro acabam caindo na mão da polícia nos confrontos pelas cidades do país.

Uma criança moldada para afirmar que, certamente, não aceita seu gênero mas é incapaz de somar um mais um, é forte candidata a engrossar as estatísticas de pessoas viciadas, depressivas, de se tornar participante ativa na vida de prostituição ou virar mais um soldado no mundo da criminalidade.

Diferente do que discursam os docentes, não existe discussão sobre ideologia de gênero. O que já ocorre, ilegalmente e sem nenhuma aprovação maciça dos pais, é uma lavagem cerebral nos alunos que os incitam a abandonar todos os ensinamentos familiares e religiosos que receberam dentro de suas casas.

Tudo se resume a rebeldia, sexo, homo, bi e trissexualismo e negação de gênero
O que ocorre nas escolas pelo Brasil é o retrato do esforço para o descarte na importância das figuras e valores familiares dos alunos. Crianças usadas como massa de manobra de partidos políticos, centrais sindicais e reitores tornam-se mão de obra barata para disseminação de suas ideias em meio ao caos e uso da violência.

A petulância da Procuradora da República, Deborah Duprat, que em entrevista afirmou que “Essa percepção equivocada de que a criança pertence a familia […] a educação fornecida pela família sequer pode prevalecer sobre a educação em sala de aula”, prova que a esquerda dispõe de representantes que não temem os pais e a opinião pública.

Deliberadamente professores ativistas da esquerda defendem seu posicionamento para desvirtuar a mente e o comportamento dos filhos alheios.

Pais que confiam à escola o ensino acadêmico de seus filhos e entregam no início da aula seus Joãos, vão ao reencontro para, surpreendentemente, apanhar suas ‘Marias’, totalmente destruídos de suas convicções morais.

Pedro II – o colégio de todos os absurdos

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