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PEZÃO TERÁ DE DEVOLVER TROCO DE QUASE R$ 1 MILHÃO POR ABANDONAR SAÚDE DO ESTADO
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PEZÃO TERÁ DE DEVOLVER TROCO DE QUASE R$ 1 MILHÃO POR ABANDONAR SAÚDE DO ESTADO

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Nas promessas de campanha todos afirmam que a saúde será prioridade em seus mandatos, mas entra ano, inicia-se mandato e encerra-se mandato, tudo continua igual.

E Por que? Porque político no Brasil não utiliza nada do que oferece à população.

Quando esteve com câncer, o governador cassado, condenado, corrupto e presidiário Luiz Fernando Pezão, como todos os demais, usufruiu de um dos melhores hospitais do país referência no tratamento e combate a doença, o Pró-Cardíaco em Botafogo, zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

Atrás das grades, acaba de ser condenado a pagar de multa quase R$1 milhão de reais por não ter investido o mínimo previsto de 12% na área de saúde como determina a Constituição Federa.
A decisão é da juíza da 8ª Vara de Fazenda Pública, Alessandra Cristina Tufvesson que na sentença, a magistrada determinou ainda a suspensão dos direitos políticos por cinco anos de Pezão, além de proibi-lo de contratar ou receber benefícios ou incentivos fiscais do governo por três anos.

De acordo com ação civil pública do Ministério Público, Pezão adotou ‘opção política ímproba’ quando esteve no comando do Palácio Guanabara. O Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio Castro, no Humaitá, é um dos exemplos usados para demonstrar que a saúde ficou à míngua na gestão do ex-governador. Segundo a decisão, a unidade ficou oito meses sem insumos e medicamentos. Pezão está preso no Batalhão Prisional da Polícia Militar, antigo BEP, em Niterói, acusado de envolvimento com a quadrilha do ex-governador Sérgio Cabral também preso.
Multa é troco de bala
O valor total atualizado recebido pelo governador Luiz Fernando Pezão como forma de propina, como sustenta a acusação do Ministério Público Federal (MPF) que levou à sua prisão, bancaria os salários de mais de 22 mil servidores estaduais. Segundo a delação usada como base para a prisão, foram pagos a Pezão R$ 39.105.292,42, entre 2007 e 2015. O valor seria suficiente para bancar os salários de 22.614 funcionários públicos ativos do Executivo por um mês, todos com vencimentos que variam entre R$ 800 e R$ 1.600, considerados os mais baixos do funcionalismo estadual.
Inelegível até 2022 é pouco
Há uma semana, o Tribunal Regional Eleitoral declarou Pezão, do MDB, inelegível até 2022. A decisão dos desembargadores foi unânime com base em parecer da Procuradoria Regional Eleitoral. O processo foi movido pelo então deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) contra Pezão e o vice-governador Francisco Dornelles (PP), que a Corte absolveu por maioria. Pezão foi condenado por abuso de poder político e econômico por conceder benefícios financeiros a empresas como contrapartida a doações posteriores para a campanha eleitoral de 2014.Para a Procuradoria, ficou comprovado que a “manobra de financiamento” da campanha, apoiada por empresas com contratos com a administração estadual e que já tinham recebido dinheiro público.

 

Fonte: Coluan O Dia – Adriana Cruz

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