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PESSOAS QUE DECIDEM ABANDONAR A HOMOSSEXUALIDADE SÃO DIGNAS DE AJUDA

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Entre escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro, desmantelamento de quadrilhas organizadas que saquearam o Brasil, a sociedade ainda precisa lidar com o preconceito e intolerância dos ideólogos de gênero.
Uma decisão do juiz Waldemar Cláudio Carvalho que acolheu, parcialmente, ação movida pela psicóloga Rozângela Alves Justino, que foi proibida pelo Conselho Federal de Medicina de oferecer a terapia de reversão da opção sexual aos seus pacientes que desejam mudar de opção, foi distorcida para que o movimento gay rechaçasse a acertiva do magistrado.

Tratado como ‘cura gay’, o que o juiz fez foi atender o apelo de uma profissional por sua necessidade de ajudar todos aqueles que se sentem desconfortáveis com sua atual opção ou reversão sexual. Pessoas que desejam desfazer a mudança de sexo ou até mesmo abandonar as práticas homossexuais.
O que significa afirmar que para esquerdistas e ativistas gays, crianças, ainda que sem consentimento dos pais, que decidam mudar de sexo há a obrigatoriedade de equipe médica composta por psicólogos e psiquiatras, juiz para desmoralizar o papel do progenitor da família e tudo o que necessário for para facilitar
a transição de gênero.
Mas qualquer ser humano, independente da idade, que se arrepender da decisão pela mudança de sexo ou reverso para uma reorientação sexual, será auto intitulado doente e será perseguido pela própria comunidade LGBT.

Entenda o caso
Em 2009, A psicóloga Rozângela Alves Justino gravou um vídeo relatando a perseguição e impedimento de exercer plenamente sua profissão pelo próprio Conselho de Psicologia.
“Estou amordaçada pelo Conselho Federal de Psicologia. Eu não posso apoiar voluntariamente os que desejam deixar atração que tem pelo mesmo sexo”, afirmou.
Rozângela foi censurada pelo Conselho por oferecer terapia para encaminhar pessoas que desejavam abandonar a homossexualidade masculina e feminina. Ela foi punida pelo colegiado após representação de duas pessoas no Conselho regional de Psicologia do Rio.

A profissional moveu ação para suspender a Resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia, que prevê que “os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”. Ela foi punida em 2009 justamente com base nesta norma.

Em vídeo publicado no Youtube, em 2014, a psicóloga afirmou que a resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe o tratamento de reversão de sexualidade é uma “ação discriminatória, preconceituosa, nazista”. “Eu vejo que estou sendo discriminada por isso e acusada injustamente. Sempre tive afeição muito grande pelas pessoas que vivenciam a homossexualidade”, afirmou.
Ela ainda afirmou a necessidade de “garantir o direito de pessoas de deixar a homossexualidade”. “É um direito humano e constitucional. Esse grupo sim, faz parte da minoria
das minorias”.

Juiz não profere a ‘cura gay’
Quem afirma que a decisão judicial “tratou a homossexualidade como doença” ou que “foi instalada a ‘cura gay’” tratou o assunto com desonestidade.

Pois a decisão preserva a redação integral da Resolução nº 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia, apenas afirmando que “a fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela Resolução deve ser aquela no sentido de não privar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura“.
No dispositivo é possível perceber que a determinação judicial consiste apenas em “determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete (a Resolução nº 01/1999) de modo a impedir psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re)orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia”.

A decisão judicial é, portanto, correta. Não fere a orientação sexual de ninguém, não trata qualquer condição sexual como doença e apenas garante que, se o indivíduo quiser – mediante escolha livre e consciente – procurar um psicólogo, terá o direito de ser ouvido e o profissional poderá realizar estudos e atendimentos reservados, tudo para que seja preservada a vontade espontânea do paciente.

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