Home Educação PELO FIM DA ‘XERE** SATÂNICA E DO C* É LINDO’, GOVERNO CORTA VERBA DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS

PELO FIM DA ‘XERE**  SATÂNICA E DO C* É LINDO’, GOVERNO CORTA VERBA DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS
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PELO FIM DA ‘XERE** SATÂNICA E DO C* É LINDO’, GOVERNO CORTA VERBA DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS

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Seguranças do campus da universidade de Brasília tiveram de conter um homem que andava nu pelos corredores da universidade. Certos de seu posicionamento contra o crime de atentado violento ao pudor, os seguranças e a sociedade se surpreenderam quando, ao saber da situação, estudantes da entidade protestaram em favor do pelado fazendo um espetáculo de nudismo com dezenas de estudantes.
Fatos como esse se proliferam nos campus das universidades, nudismo, cenas de sexo, bizarrices com a desculpa de ‘expressão artística’ onde estudantes cheiram o ânus uns dos outros dentro do governo esquerdo petista que arrasou com a educação e a moral cívica do país nos últimos treze anos. Mas que agora, sob o comando do capitão Bolsonaro estão com os dias contados.
O anúncio do corte de 30% das verbas das universidades federais pelo país é a ação imediata de um governo que prioriza o ensinamento a promoção de espetáculos de horrores protagonizados por alunos, aplaudido por professores e financiados com dinheiro público que deveriam estar sendo investidos em estudos e pesquisa científicas e tecnológicas.
E para que as demais performances ofensivas, bizarras e incompreensíveis fiquem no esquecimento, reforçamos o porque da redução de verba para as entidades.
Veja exemplos de episódios em que universidades públicas brasileiras, digamos, não corresponderam às expectativas de excelência acadêmica e aperfeiçoamento pessoal.
Pegação na UEM
Duas alunas apresentaram atos de teor erótico em frente à plateia do V Simpósio Internacional em Educação Sexual, na Universidade Estadual de Maringá, em abril. As fotos do evento foram divulgadas na página da instituição e motivaram muitas críticas nas redes sociais. Em nota, a universidade afirmou que a cena foi tirada de contexto.

Brutalidade obscena
Um evento de nome impublicável (e que se refere à genitália feminina, acompanhado do adjetivo “Satânik”) chocou pela brutalidade na Universidade Federal Fluminense (UFF): durante uma das performances, apresentada ao ar livre, uma jovem teve a vagina costurada. O ato, realizado em maio de 2014, fez parte do II Seminário de Investigação e Criação do Grupo de Pesquisas UFF/CNPq.

Besuntado em dendê
Aconteceu em junho de 2015: durante o II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, na Universidade Federal da Bahia, um aluno apresentou a peformance ‘Gordura Trans’, que consistia em um banho de azeite de dendê, nu, em um pátio da universidade.

Focinheira humana
Seminua, com palavra escritas sobre o corpo e usando uma focinheira, uma estudante da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aprensentou sua performance em meio ao campus universitário em novembro de 2014. Quisessem ou não, os alunos e funcionários tinham de ouvir os “latidos” da jovem.
Ensinando á bater siririca
A Universidade Federal do Amapá (Unifap) ofereceu uma oficina de masturbação feminina e higienização anal antes do sexo, ambas definidas com termos chulos. O “treinamento” aconteceu em novembro de 2015, com parte de um simpósio sobre gênero e diversidade.

Elas vão cortar sua pica
Um vídeo com as cenas das garotas gerou polêmicas nas redes socias um tempo atrás e mostrava pelo menos cinco garotas nuas dançando e cantando ao som de funk dentro do campus da UFMG(Universidade Federal de Minas Gerais).
A manifestação foi assumida pelo grupo Coletivo Arara. As meninas cantam uma música adotada pelo movimento feminista, em que falam que vão ‘’cortar a pica de machista’’.
Tese de Doutorado defende pedofilia
De autoria do ‘’sociólogo’’ Herbert Rodrigues, sua tese de doutorado em sociologia chamada ‘’A pedofilia e suas narrativas: uma genealogia do processo de criminalização da pedofilia no Brasil’’, segundo o autor ‘’empreende uma análise genealógica das estratégias narrativas presentes nos recentes esforços em criminalizar a pedofilia no Brasil’’.
Um dos trechos da tese afirma:
“Por tudo que foi visto nesta tese, não é possível afirmar que a pedofilia seja, em sua totalidade, sinônimo de violência sexual contra a criança, embora os termos sejam usados de modo indiscriminado e intercambiável em quase todos os domínios do saber. Os diversos textos apresentados aqui demonstram que muito pedófilos nunca violentaram sexualmente uma criança; e que muitos agressores sexuais infantis não podem ser considerados pedófilos, por não se enquadrarem na definição psiquiátrica da categoria”.

Performance ‘’O Cú é lindo’’
O Seminário Internacional Desfazendo Gênero foi criado em 2013, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, pelo núcleo Tirésias, na época coordenado pela professora Berenice Bento.

A onda de bizarrices ocorre também nas universidades estaduais que deveriam ter serus orçamentos revistos pelos estados de acordo com o histórico de como e em que estão sendo aplicados os recursos públicos.
Estudante que protesta pela continuação desse circo dos horrores prova, na prática, que além de não priorizar seu currículo acadêmico, perdeu o valor e absteve-se de qualquer crescimento como cidadão.

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