Home Brasil PELO FIM DA CRIMINALIDADE E COOPTAÇÃO DE ESTUDANTES, PM’S ESTARÃO ARMADOS NAS ESCOLAS

PELO FIM DA CRIMINALIDADE E COOPTAÇÃO DE ESTUDANTES, PM’S ESTARÃO ARMADOS NAS ESCOLAS
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PELO FIM DA CRIMINALIDADE E COOPTAÇÃO DE ESTUDANTES, PM’S ESTARÃO ARMADOS NAS ESCOLAS

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Bem mais que o ensino precário nas escolas públicas do país, as instituições educacionais sofrem com o abandono e tomada de muitas escolas por traficantes e criminosos.
Para restabelecer o lugar de aprendizado com segurança e livre dessas mazelas, o governo do estado anunciou que vai colocar policias militares armados dentro das escolas municipais e estaduais.
No princípio serão contempladas 40 escolas e a iniciativa será paga com recursos da Secretaria de Educação.

Os PM’s deverão manifestar interesse voluntariamente e poderão receber uma gratificação para trabalhar nas escolas nos períodos em que estariam de folga.
A ideia é que a medida tenha início em julho. De acordo com o secretário de educação, Pedro Fernandes, o pedido para que haja patrulhamento nos colégios foi feito por diretores. A lista das escolas ainda não foi divulgada.

“Essa foi uma das demandas que recebi durante minhas visitas a colégios. Vamos juntar esses diretores e, trabalhando em conjunto com a PM , avaliar e definir onde é possível realizar a alocação dos policiais. Inicialmente, estamos trabalhando com um número de 40 escolas”, afirmou, em entrevista.

Fernandes ainda disse que não há previsão sobre quantos agentes ficarão responsáveis pelo policiamento. “Não sabemos o efetivo exato e nem o montante que será investido. Isso depende de uma série de variáveis, como carga horária e até do número de participantes que vão aderir ao programa”, informou.

De acordo com o secretário da Polícia Militar, Rogério Figueredo, o objetivo do governo é unir mais os policiais aos estudantes. “Aproximar o policial militar dos estudantes é um fator de grande relevância, já que as facções criminosas procuram cooptar jovens, especialmente nas áreas periféricas. É importante que uma criança ou um adolescente tenha como referência a figura do policial e não a de um criminoso”, disse.

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