Home Brasil PEDRO II É ANTRO DO PSOL PARA CAMPANHA POLÍTICA E DESCONSTRUÇÃO DAS CRIANÇAS

PEDRO II É ANTRO DO PSOL PARA CAMPANHA POLÍTICA E DESCONSTRUÇÃO DAS CRIANÇAS

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Finalmente parece que o início do fim da era de trevas nas unidades do centenário Colégio Pedro II está com os dias contados.
Ideologia de gênero, drogas, bissexualismo, libertinagem e estupros estão prestes a fazer parte de um passado negro e sombrio implantados pela esquerda partidária dentro das unidades.
Depois de inúmeras denúncias, o Ministério Público Federal (MPF-RJ) moveu ação contra o conluio do Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II (Sindscope), o reitor do Colégio Pedro II, Oscar Halac, o professor e vereador, Tarcísio Motta de Carvalho, além de outros três professores e dois servidores do Colégio Pedro II e o Partido Socialismo e Liberdade – Rio de Janeiro (PSOL-RJ), que manteve alunos aprisionados em sua ideologia de gênero na desconstrução da figura humana e na libertinagem exacerbada pela ótica distorcida de valores.

Segundo o órgão, a ação foi motivada por atos de improbidade administrativa ocorridos dentro do Colégio Pedro II na unidade São Cristóvão II, que chegaram ao conhecimento do MPF-RJ por meio de representações e depoimentos prestados por pais de alunos da instituição. Eles alegam que o Sindscope fundou um núcleo do PSOL dentro do colégio, o que foi comprovado durante a tramitação
de procedimento administrativo.
O MPF-RJ também apurou que, nas eleições municipais em 2016, houve propaganda eleitoral explícita em favor do candidato do PSOL Marcelo Freixo e do professor Tarcísio Motta de Carvalho, realizados por servidores dentro do Colégio Pedro II com a distribuição de material de campanha.

Filhos em perigo
Por uma educação de qualidade, pais, preocupados com o futuro profissional de seus filhos, procuram instituições de ensino compromissadas com uma responsável e eficiente formação acadêmica. O sonho de um ensino de qualidade dos alunos do Colégio Pedro II há anos tornou-se verdadeiro pesadelo.
Mas o que fazer quando o ambiente escolar é o campo para doutrinação partidária contrária aos princípios de ética e moral dos familiares dos estudantes? Buscar ajuda e defender seus filhos de serem usados como massa de manobra política.
E foi o que as mães Renata* e Flávia* fizeram. Mães de alunos com idade de 13 e 7 anos, respectivamente, elas acumulam denúncias, documentos e iniciativas próprias contra o abandono da metodologia acadêmica do Pedro II.
Seus filhos estudam em unidades diferentes, o filho de Renata estuda no Humaitá 2 e a filha de Flávia em São Cristóvão, mas combatem
os mesmos problemas.
“A maioria dos profes­sores lá da unidade São Cristóvão usa bottons do PSOL dentro do colégio e tenta forçar os alunos a aderirem aos partidos de esquerda. Além disso, o reitor do colégio, professor Oscar Halac, é um ferrenho de­fensor da ideologia de gênero, estimulando que meninos usem saias e substituindo os designativos O, de masculino, e A, de feminino, pela letra X: todos são alunXs, nos comunicados oficiais. Ou seja: não há diferença de sexo entre eles, nessa vi­são deturpada”, denuncia Flávia.
Renata reuniu pais em grupos nas redes sociais contra a ocupação da escola pela minoria representando a ideologia de gênero, que durou meses, prejudicando o ano letivo de todos os alunos.

Vítimas do medo da não aceitação
O período escolar é, sem dúvida, a fase de socialização mais importante de um ser humano. Como uma obra em construção, a adolescência acontece no indivíduo principalmente no terreno da escola, onde o jovem passa boa parte de seu dia. Nesta fase, o jovem busca identificação e segurança em grupos de iguais, surgindo dessa premissa a necessidade de aceitação. E para evitar rejeição, muitas crianças e jovens cederam a chantagens psicológicas impostas por alunos mais velhos dentro das dependências
do Pedro II para não se sentirem excluídos e hostilizados.
“Tenho 2 filhos no Pedro II do Humaitá, uma filha de 12 e um jovem de 18 anos. Conheço todas as fases de crueldade que existem ali. Tudo começou pelo Grêmio Estudantil – o grupo mais popular da escola – que doutrinados pelo PSol, na época pela figura do então professor Tarcísio Motta de Carvalho, seguiu a linha do liberalismo e da libertinagem. Um sindicato de quase totalidade formada pelo partido induziu os alunos do grêmio com tanta força que se alastrou para as outras unidades. O Humaitá é o berço do Psol porque a zona sul concentra a maioria de jovens esquerdistas. Então drogas, sexo e experiência de gênero são as bandeiras que eles levantam e impõem aos outros menores e menos populares para que façam parte da turma de sucesso. A ideologia de gênero então, essa está enraizada nas unidades. É matéria de aula e questão de prova. Se dentro de sala algum aluno se mostrar contrário é repudiado pelo professor, hostilizado pelos alunos e perseguido pelos demais. Corre o risco de ficar repetente por suas colocações diferentes ao que eles impõem. Há questões prioritárias e preferenciais aos grupos de alunos que apoiam a ideologia de gênero. Ainda que não existisse as questões religiosas ou políticas, a ciência por si comprova a mentira que é essa atrocidade de ideologia de gênero. Eles pregam que está tudo no cérebro e isso tenho que concordar com eles, porque é justamente na mente das crianças que eles
trabalham essas loucuras.”, finalizou Marcelo*.

A doutrinação de Freixo
A campanha de Marcelo Freixo para o município do Rio em 2016 foi amparada pelo reitor do Pedro II, Oscar Halac. Afirmativa comprovada não apenas pelo depoimento dos pais, como também gravações que circulam na internet com flagrantes de campanha eleitoral de Freixo dentro das unidades e de um colégio em Manguinos, o Colégio Estadual Luis Carlos da Vila, onde uma mulher distribui panfletos e adesivos do então candidato. Isso não só configura crime eleitoral como uma afronta a pais e responsáveis de alunos que acompanham suas crianças serem doutrinadas em práticas
contrárias a suas convicções morais.
O reitor Halac, na decisão pelo uso de saia para meninos afirmou que ‘assegurava a integridade física dos alunos dentro da instituição e que sua preocupação era da porta da escola para fora onde a sociedade não está pronta para esse pensamento liberal’. A declaração de Oscar confirma que dentro das dependências professores, políticos, o estado e a reitoria estão posicionando-se como patrono dos filhos alheiros, ainda que mentira, é preocupante a afirmação de Oscar. Mentirosa, porque, ainda que abafado, casos de estupros ocorrem dentro das unidades do Pedro II. Crimes cometidos por alunos que, doutrinados sob uma liberalidade imoral, tendem a desenvolver comportamento agressivo frente a negativas sexuais.

Quanto aos traumas, distorção das convicções e perda de conhecimento acadêmico que milhares de alunos perderam, não há Justiça no mundo que repare os danos causados, mas está nas mãos e dependo do juiz julgar as denúncias de pais desesperados e certos em suas queixas, acabar com toda essa manipulação inescrupulosa. O MP indiciou pr crime eleitoral, mas os pais exigem medidas contra ideologias partidaárias e morais impostas a seus filhos.
Que as bandeiras e ideologias partidárias sejam expulsas, definitivamente, de dentro das salas de aula de todo o país e os cabos eleitorais sejam substituídos por mestres em Matemática, Português, Ciências, Química, História
do Brasil, etc…

Por que não?

Admirador do Carnaval carioca, Marcelo* participou de alguns blocos de rua e acompanhou de perto o do Colégio Pedro II.
“Levei meus filhos e curtimos as festas de rua, mas o que eu vi no bloco do Pedro II, não aconteceu em nenhum outro lugar. Meninas que beijavam meninas, que depois beijavam meninos. Meninos que beijavam meninos e depois beijavam mais meninos, tudo a base
da pergunta; por que não? Foi um verdadeiro espetáculo de horror.
Por que não fazer se todos fazem? Por que não fumar maconha se estão todos fumando?
Por que não experimentar beijar pessoas do mesmo sexo se todo mundo beija?”
O relato desse pai gera revolta, indignação e muita preocupação com esses jovens no futuro.
Na mesma semana em que o reitor liberou a saia para homens, muitos garotos, por deboche, trocaram de uniforme nas dependências da escola e vestiram as saias sem nenhuma peça íntima por baixo, apenas para exibirem seus órgãos sexuais. Garotos que estão com visão deturpada do que é a sexualidade e sem nenhuma consciência do que significa pudor, respeito ao próximo e, principalmente, respeito às mulheres. O mesmo partido que ‘defende
as minorias’ é o mesmo que manipula a massa pela libertinagem desenfreada.
Como controlar o descontrole?
Psol e a esquerda representam imoralidade e caos onde quer que se instalem.
Se depender deles, a próxima geração será de assexuados maconheiros vagando pelas ruas do país sob suas ordens.
Mas, não com seus filhos. Com seus filhos, não!

 

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