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PCC PLANEJA MATAR JUIZ, PROCURADOR, DELEGADO E AGENTES PARA COMEMORAR ‘ANIVERSÁRIO’
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PCC PLANEJA MATAR JUIZ, PROCURADOR, DELEGADO E AGENTES PARA COMEMORAR ‘ANIVERSÁRIO’

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Debochando das forças de inteligência nacional, a maior facção criminosa do país, fez sua lista de desejos para comemorar 24 anos de sua fundação.
Festa, bolo, docinhos e danças não estão entre os pedidos.
Líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital) planejam matar um juiz federal, um procurador da República, um delegado federal e pelo menos quatro agentes penitenciários de Porto Velho (RO) até o dia 31 de agosto em comemoração de aniversário.

Entre setembro de 2016 e maio deste ano, a facção foi responsável pelo assassinato de três agentes penitenciários federais. Através das visitas dos advogados e da regalia das visitas íntimas, o PCC mantém células de ‘inteligência’ qe, entre outras ações, monitoram a rotina dos agentes públicos escolhidos como alvo.

A informação sobre a possibilidade de novos assassinatos consta em ofício assinado pelo diretor do presídio federal de Porto Velho, Cristiano Tavares Torquato, a cujo conteúdo o UOL teve acesso com exclusividade.

“De acordo com informações prestadas por fonte humana, estaria em andamento um ‘salve’ (ordem) do primeiro comando da capital (PCC) para execução de Agentes Públicos em Porto Velho/RO, dos quais seriam potenciais alvos o Juiz Corregedor da Penitenciária Federal em Porto Velho, um Procurador da República, um Delegado da Polícia Federal (todas as autoridades envolvidas na Operação Epístola) e pelo menos quatro Agentes Federais de Execução Penal, lotados em Porto Velho”, lê-se no ofício.
“Os motivos da ordem seriam a suspensão de visita íntima e a permanência dos presos do PCC por período muito longo na Penitenciária Federal, referindo-se as (sic) prorrogações de permanência no Sistema Penitenciário Federal (SPF)”, finaliza o diretor do presídio federal no documento.

Agentes em alerta máximo
Os agentes federais receberam alerta e estão sob proteção devido a proximidade com a data de aniversário da facção.
Não apenas a segurança pública nacional sofre com o desgaste, coma falta de investimento e crescimentro da criminalidade.
As organizações criminosas no Brasil estão em expansão ordenada ao ponto que agentes públicos correm sérios riscos de vida enquanto se mantém dependentes de um sistema governamental falido e corrompido.

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