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PARA AGRADAR ATIVISTAS GAYS, IGREJA PROÍBE CHAMAR DEUS DE PAI
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PARA AGRADAR ATIVISTAS GAYS, IGREJA PROÍBE CHAMAR DEUS DE PAI

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Com o discurso pela inclusão, igrejas pelo mundo vem adotando distorções cristãs para agradar o público LGBTI(XWYZ).
Depois da primeira alteração desde 1986, a Igreja Nacional da Suécia, de confissão luterana, aprovou uma nova redação no seu “Manual da Igreja”, que estabelece como serão feitos cultos, batismos, casamentos e funerais. O livro aborda questões como linguagem, liturgia, teologia e música sendo, portanto, fundamental para as atividades eclesiásticas.

Ficou decidido que todas as referências masculinas a Deus – Pai e Senhor – serão descartados em detrimento de uma linguagem mais inclusiva e que não constranja aos que discordam do gênero de Deus.

Deus também é mãe
Apesar das pesadas críticas de organizações como a Academia Real da Suécia, e de muitos líderes cristãos mais tradicionais dentro da igreja luterana, os pastores e bispos são instruídos pelo Manual a referir-se a Deus de “uma maneira neutra”. Ou seja, Deus deve ser chamado tanto de “Mãe” quanto de “Pai” nas orações.

De acordo com as diretrizes do manual, elas podem se iniciar assim: “Deus, Santíssima Trindade, Pai e Mãe, Filho, Irmã e Irmão, e Espírito, nosso salva-vidas e inspirador, nos conduza à sua riqueza de sabedoria e conhecimento”.

Para o gênero e exaltação feminina
Sofia Camnerin, vice-presidente da Ecumênica da Suécia, defendeu que essa “linguagem inclusiva” na igreja “é baseada em uma consciência sobre os diferentes tipos de discriminação e desigualdade em nossa sociedade”. Para ela, “chamar Deus de ‘Senhor’ apenas consolida as hierarquias [de gênero] e a subordinação das mulheres no contexto patriarcal branco ocidental”.

Camnerin justifica que “Os teólogos da libertação, juntamente com os teólogos feministas e pós-coloniais, têm sido cruciais para identificar como as hierarquias de legitimação levam à violência e à subordinação”.

A ‘Guerra Santa’ que se infiltra através de pronomes
Os conservadores e praticantes do cristianismo na essêncai alertam para o perigo que essas novas diretrizes linguísticas resultarão posteriormente.

A pastora Helena Edlund expressou sua preocupação. “O risco é que não percebemos as pequenas mudanças que, gradualmente ao longo do tempo, resultam em mudanças drásticas que nunca teríamos aceitado se elas fossem colocadas logo de cara”.

Ela diz que era impossível alguns anos atrás as pessoas fazerem orações na igreja chamando a Deus de “mãe”, mas essa proposta do manual oficial da igreja torna isso desejável.

A doutrina básica de Deus
A verdade é que sob o disfarce da ‘diversidade’, a sociedade está sendo dividida em diferentes grupos. A recomendação que Deus seja apresentado de uma forma neutra em termos de gênero, “leva a Igreja para muito longe da sua fundação”. Afinal de contas, a doutrina mais básica do cristianismo sustenta que existe um Deus trino – Pai, Filho e Espírito Santo.

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