Home Mundo Países que fecharam fronteiras não sofrem ataques terroristas
Países que fecharam fronteiras não sofrem ataques terroristas
0

Países que fecharam fronteiras não sofrem ataques terroristas

0

A crise migratória pelo mundo começa a enfraquecer laços diplomáticos em potências mundiais. Os países da União Europeia que se recusam a receber refugiados islâmicos em seu território começam a sofrer pressões do bloco com sanções econômicos pela recusa.
Polônia, Hungria e Áustria através de seus governos opõem-se a abertura de fronteiras e afirmam que a imigração é um “cavalo de Tróia do terrorismo”.

O primeiro-ministro Húngaro Viktor Orban afirmou que sua nação ainda estuda como vai lidar com a pressão da UE, mas que não há possibilidade de mudança no posicionamento.
Já a Polônia diz que não irá ceder em hipótese alguma. O país é um dos únicos da Europa que não sofreu nenhum atentado islâmico em toda sua história.

Crítico às nações que receberam os imigrantes, o líder do partido governante, Jaroslaw Kaczynski, afirmou que considerar a entrada de pessoas com uma ‘cultura tão distinta’ pode levar sua nação a uma ‘catástrofe social’. “Teríamos que mudar totalmente a nossa cultura, veríamos reduzido o nível de segurança no nosso país e tudo isso poderia levar a uma espécie de catástrofe social”, assegurou o presidente do Partido Lei e Justiça (PiS), de viés conservador.

Para Kaczynski, a admissão de refugiados islâmicos traria à Polônia problemas de ordem pública. Disse saber que seu governo está sendo chamado de ‘nazista’, a entrada indiscriminada provocaria “um círculo vicioso em que simplesmente não podemos entrar”.

Elzbieta Witek, chefe de gabinete da primeira-ministra, apoiou o presidente do partido, dizendo: “Sou cristã e tento ser uma boa pessoa, e o governo polonês atua da mesma maneira, mas um bom cristão é alguém que ajuda, mas não necessariamente aceitando refugiados”.

Marcados pela invasão dos nazistas em 1940 e posteriormente pelos comunistas russos (entre 1952 e 1990), a Polônia decidiu não reviver a imposição de ideais diferentes aos nativos e o rastro de sangue atrelados a essa coação novamente através dos refugiados.

Ao saber das ameaças de sanções, a primeira-ministra polonesa, Beata Szydlo, fez um discurso com uma mensagem dura à União Europeia: “Não cederemos à chantagem das elites de Bruxelas.”

tags:

LEAVE YOUR COMMENT

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *