Home Saúde O ladrão de memórias é uma expressão usada por cientistas e leigos para nomear uma das doenças mais conhecidas que acomete pessoas em idade avançada, a doença de Alzheimer. Esta expressão retrata uma doença que se apodera da mente humana e tira sua sanidade como se estivesse roubando o que se tem de mais precioso na vida: a consciência de si próprio, a identidade e a memória.

O ladrão de memórias é uma expressão usada por cientistas e leigos para nomear uma das doenças mais conhecidas que acomete pessoas em idade avançada, a doença de Alzheimer.   Esta expressão retrata uma doença que se apodera da mente humana e tira sua sanidade como se estivesse roubando o que se tem de mais precioso na vida: a consciência de si próprio, a identidade e a memória.
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O ladrão de memórias é uma expressão usada por cientistas e leigos para nomear uma das doenças mais conhecidas que acomete pessoas em idade avançada, a doença de Alzheimer. Esta expressão retrata uma doença que se apodera da mente humana e tira sua sanidade como se estivesse roubando o que se tem de mais precioso na vida: a consciência de si próprio, a identidade e a memória.

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Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). A doença neuro-degenerativa é o tipo mais comum de demência que provoca deterioração global, é lenta, progressiva e irreversível. Especialistas ainda não descobriram a causa e nem a cura para a doença, mas é importante o diagnóstico precoce para preservar as capacidades intelectuais e prolongar a qualidade de vida.
Os idosos que são acometidos com essa doença tornam-se crianças novamente. Crianças arteiras que querem fugir de casa, pregar peças, e brincar se esquecendo totalmente das responsabilidades. E assim como as crianças, precisam de alguém próximo e de confiança por perto o tempo inteiro.

Sintomas:
– Perda de memória: esse é o principal sintoma, o portador da doença não consegue lembrar de coisas fáceis e normais do dia-a-dia, como o que fizeram no dia anterior, os nomes das pessoas que os rodeiam, o que comeram ao almoço, ou os animais de estimação que têm.
– Desorientação de tempo espaço: é comum se perderem por não lembrarem onde moram, e não ter noção de data ou espaço de tempo que as situações aconteceram, muitos relatam ocasiões que ocorreram a muito tempo como se fosse atual, e vice-versa.
– Dificuldade de comunicação: as capacidades linguísticas vão se perdendo gradativamente com o tempo, é normal terem dificuldade de encontrar a palavra certa, chamar as coisas pelos nomes errados, inventar novas palavras, entre outras situações.
– Perda das habilidades motoras: o Alzheimer afeta as capacidades motoras e dificulta o manuseio de talheres, roupas e utensílios desse tipo.
– Esquecimento de necessidades básicas: os pacientes esquecem de realizar as refeições e de necessidades como escovar os dentes ou tomar banho.
– Delírio: os delírios e ‘paranóias’ são comuns, normalmente os pacientes acreditam com convicção em situações inexistentes. A perda de memória e confusão de fatos e ideias causam na má interpretação ou invenção de situações. É preciso ter cuidado com esse tipo de sintoma, pois alguns doentes tendem a acreditar que estão sendo perseguidos, presos ou que alguém quer matá-lo.
– Agressão física e verbal: as agressões podem acontecer por conta dos delírios criados pela mente, ou por algum desconforto, frustração ou incômodo e o idoso não saiba como comunicar.
– Insônia: como a doença provoca agitação, ansiedade e confusão no funcionamento biológico, é normal que a pessoa tenha dificuldade para dormir.

Fatores de risco

O maior fator de risco para desenvolver o mal de Alzheimer é a idade avançada, após os 65 anos as chances são maiores.

O histórico familiar também é um fator importante, embora não seja considerada hereditária, 10% dos pacientes tem casos da doença na família.

O Alzheimer é mais comum em mulheres, mas é provável que isso aconteça pelo fato das mulheres viverem mais que os homens.

Fatores relacionados ao estilo de vida também são importantes, como o sedentarismo, tabagismo, e alimentação.

A baixa escolaridade, constitui-se em um dos principais fatores para o Alzheimer. Quando o cérebro se mantém ativo, o aparecimento da doença é mais difícil.

Doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade tendem a aumentar o risco para o desenvolvimento do Alzheimer.

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