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NOVO PROGRAMA DO GOVERNO PREVÊ INÍCIO DO FIM PARA O ‘BOLSA FAMÍLIA’

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Fazendo jus ao ditado que diz que ‘promessa é dívida’, após anunciar o lançamento de uma medida para incentivo à saída de mais de 1,5 milhões de brasileiros dependentes do Bolsa Família, o governo Temer apresentou propostas do novo programa ‘Progredir’ como início do fim para os beneficiários. A informação foi adiantada pelo ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra.

Investimento em qualificação profissional
A ação oferecerá cursos de qualificação profissional, ajudará na seleção de oportunidades de trabalho e disponibilizará R$ 3 bilhões em microcrédito para famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal, explicou Terra.
O programa será voltado para jovens e adultos da cidade e do campo. O universo de pessoas que poderão ser atendidas pode ir além das 13,4 milhões de famílias que recebem o Bolsa Família atualmente, já que há mais de 28,2 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único.
Coordenado pelo MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), o Progredir terá ações conjuntas com outras pastas, como Educação; Trabalho; Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e Ciência e Tecnologia. O programa será dividido em três eixos:

Qualificação profissional: Criação de cerca de 1 milhão de vagas em cursos de formação inicial ou continuada
e de qualificação profissional.

Intermediação de mão de obra: Cruzamento de currículos e de vagas de empregos de forma regionalizada. Cerca de 20 milhões de trabalhadores estão no público-alvo.

Microcrédito e educação financeira: Oferta de R$ 3 bilhões em microcrédito e de cursos de educação financeira para 100 mil famílias
e 1,7 milhão de autônomos.

O Bolsa Família, na época foi apresentado como asteio para as famílias de baixa renda, mas sempre se resumiu à compra de votos legalizada no país.
Pessoas em estado de miséria são dignas de ajuda governamental, mas a falta de planejamento, critérios de avaliação, comprometimento com avanço educacional e profissional dos beneficíários e principalmente o marco para o fim do recebimento da Bolsa foram responsáveis pela idolatria de Lula como ‘o salvador da Pátria’, o PT como único sensibilizado à causa dos pobres e a inércia e ignorância da população mais carente.

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