Home Brasil NO BRASIL, QUEM MANDA É BANDIDO: DEFESA DE SUZANE RICHTHOFEN RECORRE CONTRA OBRIGAÇÃO DE EXAME PARA REGIME ABERTO

NO BRASIL, QUEM MANDA É BANDIDO: DEFESA DE SUZANE RICHTHOFEN RECORRE CONTRA OBRIGAÇÃO DE EXAME PARA REGIME ABERTO
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NO BRASIL, QUEM MANDA É BANDIDO: DEFESA DE SUZANE RICHTHOFEN RECORRE CONTRA OBRIGAÇÃO DE EXAME PARA REGIME ABERTO

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Prestes a cumprir o resto de sua pena de 39 anos pela morte dos pais, no regime semi-aberto, a defesa de Suzane Von Richthofen entrou com um recurso no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) para que a progressão de regime seja autorizada sem a necessidade de a presa ser submetida a um exame criminológico.
Suzane cumpre a pena no regime semiaberto em uma penitenciária em Tremembé (SP) e pleiteia desde junho o cumprimento do restante da pena em liberdade.
Equilíbrio e ressocializar
O exame, pedido pelo Ministério Publico e acolhido no último mês pela juíza Wania Rangel, da Vara de Execuções Criminais (VEC) de Taubaté (SP), tem como objetivo atestar as condições de Suzane retomar o convívio fora do sistema prisional. O prazo para que ela fosse submetida à avaliação era de 60 dias.
Suzane deveria, segundo a decisão da juíza, ser avaliada por psicólogo, assistente social e médico psiquiatra indicados pelo Judiciário. O laudo elaborado pelos profissionais serviria para embasar a decisão da Justiça de autorizar ou não a progressão de regime.
A defesa de Suzane sustenta que ela poderia progredir imediatamente ao regime aberto, sem a necessidade do exame. Isso porque a detenta já teria cumprido todos os requisitos necessários para ter direito ao benefício, entre eles o tempo mínimo de pena cumprido e o “ótimo” comportamento no cárcere.

Processo
Com o recurso, o processo de Suzane será submetido novamente ao promotor Paulo de Palma, do Ministério Público, para que o órgão se manifeste sobre o pedido da defesa.
Palma foi procurado pela reportagem, mas não comentou o assunto alegando que o caso está em segredo de Justiça. O TJ-SP e a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) também foram procurados e responderam que não comentariam o caso.

Opinião
Sob a ótica do crime, porque submeter a uma avaliação psiquiátrica uma mulher que matou a pauladas na cabeça o pai e a mãe?

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