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NEM PARADA GAY NEM MARCHA DAS VADIAS: TURISMO RELIGIOSO MOVIMENTA BILHÕES NO PAÍS
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NEM PARADA GAY NEM MARCHA DAS VADIAS: TURISMO RELIGIOSO MOVIMENTA BILHÕES NO PAÍS

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Aumento do número de evangélicos aumenta demanda em serviços e viagens para destinos sagrados

 

Não é a Parada Gay e muito menos a Marcha das Vadias o que movimenta em fé, literalmente, a economia do país, mas sim os pontos turísticos que os cristãos, principalmente os evangélicos, visitam por aqui.
Depois de divulgar no ano passado um faturamento de R$ 15 bilhões no segmento voltado à venda de pacotes para destinos religiosos, o Ministério do Turismo estima que essa indústria possa superar a casa dos R$ 20 bilhões neste ano. “Mesmo com a instabilidade do dólar e os problemas de violência mostrados pela mídia em locais de grande volume de turistas, as perspectivas são muito positivas para o segmento”, afirma Luis Henrique Barreto, coordenador de produtos da agência Catedral Viagens, especializada no ramo.

Em 2017, o mercado do turismo religioso movimentou 20 milhões de viagens. Já o Brasil, maior país católico do mundo, recebeu 30 mil peregrinos estrangeiros, que vieram visitar as mais de 200 atrações voltadas à fé. Entre elas se destacam Aparecida, em São Paulo, Nova Jerusalém, no agreste pernambucano, o Santuário do Padre Cícero, que leva milhares de fiéis a Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, e Belém do Pará, onde se comemora o tradicional Círio de Nazaré. Apenas a Catedral-basílica de Aparecida recebeu, no ano passado, 12 milhões de visitantes.
Além das agências de turismo, as próprias igrejas têm enxergado no segmento uma possibilidade de prosperidade financeira. Pastores e até cantores de grande expressão no mundo gospel tem oferecido pacotes em suas redes sociais, com passeio a destinos como Rio Jordão e Jardim do Getsêmani, pontos históricos do cristianismo. Montam suas caravanas facilitando pagamento com parcelamento em diversas vezes.

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