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NAS DISCIPLINAS ESCOLARES NÃO CONSTA QUE PROFESSOR TENHA QUE ENSINAR SEXO ORAL
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NAS DISCIPLINAS ESCOLARES NÃO CONSTA QUE PROFESSOR TENHA QUE ENSINAR SEXO ORAL

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Se o falso moralismo for deixado de lado, há, sem dúvida, muita coerência em uma professora universitária lecionar sobre saúde sexual – dependendo do contexto da aula e da disciplina que ela ministra – .
No entanto, não há justificativa cabível para a simulação de sexo oral usando como personagem um aluno.

As redes sociais foram tomadas pelo vídeo que viralizou de uma professora da Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, no campus de Jequié, sendo filmada ensinando aos alunos como colocar a camisinha. O que choca é o fato da professora ter realizado a simulação em um pênis de plástico preso a um adolescente e a colocação do preservativo ter sido feia usando a boca.

“Eu vou fazer a demonstração para vocês”, diz a professora, antes de colocar a camisinha. Ela então fica de joelhos e coloca o preservativo em um pênis de plástico, que está sendo segurado por um dos alunos, na altura da cintura.

Mais uma vez, as salas de aula pelo Brasil se tornam palco de imoralidade e doutrinação dos alunos.
A irreverência foi ferramenta para ultrapassar a barreira entre a liberdade e a libertinagem. O aceitável e o necessário dentro de sala de aula que compõem o ofício de um verdadeiro educador foram ignorados por uma ação imprópria e reprovável.

O entendimento de ‘sexo seguro’ resume-se a conscientização do uso do preservativo em todas as relações para evitar contágio de doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada. Trazer a realidade da epidemia do vírus HIV, o retorno da sífilis em grande escala no mundo e a gonorréia não passam pela simulação de um ‘boquete’.

Repercutiu no exterior
O episódio acabou virando matéria e enquete dentro do periódico suíço 20 Mimuten que destacava o método duvidoso da professora fazendo o seguinte questionamento: – Este tipo de educação está indo muito longe?
É a mesma pergunta que as unidades educacionais brasileiras devem questionar-se. Onde está o limite entre ensinar e doutrinar? O que fazer quando quem escolheu ensinar abandona os princípios básicos e fundamentais do conhecimento para usar sua posição como forma de imposição de uma ideologia?

A professora acreditava, realmente, que a simulação traria esclarecimento sobre o uso do preservativo? Ou que as meninas a partir daquela aula colocariam elas próprias as camisinhas no parceiro usando apenas a boca?

A instituição
A assessoria da Uesb disse que o assunto ainda está sendo apurado pela universidade. A instituição deve se manifestar por meio de nota no site oficial. Não há informações sobre a data em que a aula aconteceu.

Alunos em defesa
Alguns alunos se pronunciaram em favor da professora Norma postando em suas redes sociais palavras que exaltavam o profissionalismo e a metodologia ‘sem tabu’ de seu jeito de lecionar.
Dentre todas as colocações é unânime entre os universitários as expressões ‘sair da caixinha’, ‘adquirir conhecimento’, pensar além do senso comum’ e ‘fim do retrocesso’.

Unanimidade entre eles é a aprovação dos métodos adotados pela professora o que falta nos textos de desabafo é a conclusão lógica da aplicabilidade e eficácia do artifício utilizado pela docente.
A confirmação clara de imaturidade dos pensamentos em formação.

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