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Municipalização de hospitais Albert scweitzer e rocha faria têm irregularidades
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Municipalização de hospitais Albert scweitzer e rocha faria têm irregularidades

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Em 2016, na época em que a prefeitura gastava bilhões para deixar tudo pronto para as olímpiadas sediadas no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes anunciou que assumiria a gestão de dois hospitais estaduais, Albert Schweitzer, em Realengo, e Rocha Faria, em Campo Grande, ambos na Zona Oeste da cidade. A municipalização “aliviaria a crise da saúde pública do Rio de Janeiro”, segundo o governador da cidade, Luiz Fernando Pezão.
Pouco mais de um ano depois, o Tribunal de Contas do Munícipio detectou mais uma farsa na gestão de Paes. Foram encontradas uma série de irregularidades na municipalização. O texto diz que a despesa criada desrespeitou as regras de planejamento previstas na Constituição Federal.
Planejamento
Em meio as obras para preparação da cidade para sediar as Olímpiadas, Paes veio a público alegando ter a salvação da saúde pública na Zona Oeste, mas o TCM afirma que o então prefeito não mostrou como suportaria a despesa de R$410 milhões com a municipalização e nem as projeções para os próximos anos. Típica atitude de promessas infundadas e não cumpridas.

Trocando 6 por meia dúzia
Para arcar os custos das municipalizações, a prefeitura teria retirado verba do Hospital Municipal Mariska Ribeiro, popularmente conhecido como Hospital da Mulher, em Bangu.
Superfaturamento
Há indícios de que a empresa Mohat, responsável pela manutenção predial hospitalar, cobrou valores 275% maiores dos custos orçados nos termos da lei que qualifica Organizações Sociais. O prejuízo ultrapassaria R$3 milhões aos cofres públicos. Há indícios também de favorecimento à empresa JWSI, em contrato de armazenamento e transporte de materiais hospitalares e medicamentos.

Obstrução
O TCM alega que a auditoria não foi completa porque a prefeitura “sonegou diversos documentos, dados e informações”. A fiscalização foi feita entre janeiro e maio de 2016.

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