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MORDAÇA NO POVO
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MORDAÇA NO POVO

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Ainda à frente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Gilmar Men-des, além de enterrar o cumprimento da lei que exige voto impresso a partir das eleições de 2018, agora luta para tentar calar os opositores do processo eleitoral.
É que o Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) criou um grupo especial pa-ra estudar e desenvolver pesquisas sobre a influência das redes digitais nas eleições do ano que vem e cogita crias um canal de denúncias para combater a propagação das chamadas “fake news”.

Trump e os fakes
O termo “ fake news “, popularizado pelo atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a sua campanha presidencial no ano passado, se refere às notícias fictícias, fabricadas intencionalmente e muitas vezes divulgadas sob falsas fachadas de veículos reais.
Tais notícias são, muitas vezes, disseminadas na internet, principal-mente em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Nos Estados Unidos, tais conteúdos foram pontuados como pivôs de polêmicas e de resultados nas urnas, nas eleições de outubro de 2016.

Outras ações que serão tomadas pelo TSE
A criação do canal de denúncias foi uma ideia levantada durante uma reunião feita nesta segunda-feira (11), no TSE. No encontro, firmou-se que a Corte irá ainda monitorar ações internacionais para aperfeiçoar o combate a esse tipo de situação.
Sem transparência e direito preservado de ter a confirmação de seu voto através da impressão, os eleitores brasileiros terão de lutar pela livre expressão. As redes sociais são grande ferramenta contra a corrup-ção e a perpetuação do poder aos corruptos e seus cumplices, pois é ela quem dissemina a informação a todos que buscam se inteirar pelo o que ocorre politicamente no país.
Dentre os caça-fake, teremos, certamente, uma censura às publica-ções contrárias a todas as decisões que não favorecerem os políticos que promovem a velha política e defendem esquemas fraudulentos.

Conservadores ameaçados
Provando que as redes sociais são o maior termômetro para as pesqui-sas eleitorais e arma contra os corruptos, portais como o Facebook, Twitter e Google, segundo investigação da associação national Religious Broadcasters estão censurando postagens e páginas de conservadores.
Publicações pró-família, contra aborto, liberação das drogas e de es-clarecimento político no seguimento da extrema direita estão sendo atacados e boicotados pelos titãs da tecnologia.
Segundo um levantamento preliminar, a lista de resultados das pesquisas no Google muitas vezes diminuem o alcance de páginas que sabida-mente expressam o ponto de vista conservador, enquanto sites menores, que produzem matérias “à esquerda”, recebem maior destaque, contrariando a lógica quando a busca é sobre outros assuntos.

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