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MEC LIBERA NOME SOCIAL PARA ESTUDANTES DO ENSINO BÁSICO
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MEC LIBERA NOME SOCIAL PARA ESTUDANTES DO ENSINO BÁSICO

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As salas de aula do Brasil regidas pelo sistema público de ensino são um desafio para os pais não apenas pelo fraco desenvolvimento acadêmico de seus filhos, mas pela imposição da liberalidade regida pelo estado.
A imposição pela perda da educação moral dos jovens impulsiona o governo a excluir dos pais a responsabilidade pelo desenvolvimento social, moral e ético de seus filhos.
O ministro da Educação, Mendonça Filho, reconheceu uma resolução que autoriza o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica.

Com o documento, maiores de 18 anos podem solicitar que a matrícula nas instituições de ensino seja feita usando o nome social. No caso de estudantes menores de idade, a solicitação deve ser apresentada pelos pais ou seus representantes legais.
Segundo o ministro, é um passo relevante para o princípio do respeito às diferenças e o combate aos preconceitos”, “Essa era uma antiga reivindicação do movimento LGBTI e que, na verdade, representa um princípio elementar do respeito às diferenças, do respeito à pessoa humana e ao mesmo tempo de um combate permanente do Ministério da Educação contra o preconceito, o bullying, que muitas vezes ocorrem nas escolas de todo o país”, enfatizou Mendonça Filho.

Enem
Desde 2014, travestis e transexuais puderam passar a usar o nome social na inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No preenchimento da inscrição o governo disponibiliza um link para solicitação do uso do nem escolhido pelo trans. Nesses casos não há a necessidade de maioridade ou aprovação dos pais para que o candidato seja reconhecido como transexual ou travesti.

Número caiu
Depois da liberação, dados do próprio governo informam que o número de solicitações pelo nome social caiu nos últimos anos.
Em 2017 o número de participantes que usaram o nome social no Enem foi menor que o do ano de 2016 (407). O atendimento pelo nome social no Enem começou em 2014, quando 102 pessoas usaram o nome social durante a aplicação da prova. Em 2015 esse número passou para 278 e, em 2016, para 407.
Desde 2015, São Paulo é o Estado com o maior número de solicitações atendidas : 89 em 2015 e 180 em 2016. O segundo estado com mais transvestis e transexuais que conquistaram o direito de usar o nome social no Enem deste ano foi Minas Gerais (37), seguido por Rio de Janeiro (35), Paraná (25), Bahia e Rio Grande do Sul (16 cada), Pernambuco e Santa Catarina (11 cada). Os demais estados tiveram menos de dez inscrições cada.

O intuito das organizações públicas ignorarem a responsabilidade e o direito privada é o de enfraquecer a família através da importância das figuras matriarca e patriarcal para as crianças.
Mais uma vez, o estado se coloca como patrono dos filhos alheios e atropela o direito de educação moral aos filhos através da ótica de cada família.

O direito do ser humano de tomar suas próprias decisões está restrito à construção ética e moral que ele recebe dentro do seio familiar. Não há como um indivíduo contribuir positivamente para a sociedade formado através da imposição social pelo desprezo da bagagem de seus progenitores.
A decadência da sociedade está em ela agir como se fosse a maior e única responsável pela construção do ser humano. A sociedade provém da família e não o contrário.

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