Home Política MAIS UMA VEZ CONTRA O POVO, STF DECIDE MANTER VOTAÇÃO ÀS ESCONDIDAS NA CÂMARA

MAIS UMA VEZ CONTRA O POVO, STF DECIDE MANTER VOTAÇÃO ÀS ESCONDIDAS NA CÂMARA
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MAIS UMA VEZ CONTRA O POVO, STF DECIDE MANTER VOTAÇÃO ÀS ESCONDIDAS NA CÂMARA

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Eles foram eleitos pelo povo, recebem salário e privilégios bancados, compulsoriamente, pelo povo, mas na hora de prestar conta do que estão decidindo como representantes do povo… aí a história muda de personagem prioritário.
Avesso as necessidades da população em sua busca pela transparência, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, acaba de decidir manter a votação secreta para a eleição da presidência da Câmara, prevista para 1º de fevereiro.
O ministro decidiu rejeitar mandado de segurança protocolado no início da semana pelo deputado federal eleito Kim Kataguiri (DEM-SP), que defendeu que a votação dos parlamentares para eleger novo presidente da Casa fosse aberta.
Na decisão, Toffoli entendeu que a Constituição não definiu se votação da Câmara deve ser aberta ou secreta. Contudo, o regimento interno da Casa determina que a eleição para a Mesa Diretora seja fechada.
Segundo fontes Toffoli negou o pedido argumentando que o histórico da Corte foi o de sempre respeitar as questões interna corporis do Congresso – e que o regimento prevê a votação secreta. Toffoli também é contra o que ele chama de “ativismo judicial”.

Senado também sem transparência
Como o ministro entende que não pode existir um entendimento para Câmara e outro para o Senado, ele deve decidir, ainda durante o seu plantão no recesso do judiciário, o recurso do Solidariedade contra a liminar do ministro Marco Aurélio Mello que autorizou voto aberto para a eleição no Senado.
Toffoli tem até domingo para decidir as questões – a partir do dia 14, assume o plantão no Judiciário o ministro Luiz Fux, vice da Corte.

Em termos populares, o que o excelentíssimo ministro afirmou é que não há poder popular que se mobilize por mudanças capaz de motivar os ‘capas-pretas’ em direção ao anseio da sociedade.
Um Brasil novo merece, sem dúvida, um novo Supremo. Com representantes que estejam alinhados com a população e esse novo, necessário e permanente momento de mudanças que o Brasil está vivendo.

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