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LIVRE NEGOCIAÇÃO ENTRE PATRÃO E EMPREGADO É CRITICADO POR OAB
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LIVRE NEGOCIAÇÃO ENTRE PATRÃO E EMPREGADO É CRITICADO POR OAB

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Essa molde nos EUA é aceitável, amadurecer relação empregatícia no Brasil, para eles é inaceitável

 

Em tempos de crise a iniciativa de milhares de brasileiros é seguir rumo a países de primeiro mundo. O sonho de conquistar uma vida melhor nos Estados Unidos já foi até tema de novela brasileira tamanha é a vontade do brasileiro de seguir qualquer carreira profissional nas terras do Tio Sam.

Ao se deparar com as leis trabalhistas do país norte americano, os brasileiros são confrontados com uma realidade diferente a que lhe foi imposto em seu país de origem.
Livre negociação, desarraigado de sindicatos e suas contribuições compulsórias e o adeus a benefícios que conseguiria apenas em seu país de origem, mas que ficaram apenas nos sonhos por conta do desemprego que assola sua nação e dificulta o crescimento de quem emprega no país.

E falando em empregador, nos EUA a cultura de vilão x mocinho e terrorista x vítima não existem.

A contratação é clara e objetiva dentro de uma negociação a ser cumprida entre ambos. O empregado é responsável pelo o que fará e quanto reservará ou não para uma previdência privada, economia doméstica ou o que mais resolva fazer com seu salário.

Aceitável quando se trata de outra nação, mas ao propor um modelo de escolha entre os brasileiros, levantam-se os que teimam em manter a política burocrática de contratação, demissão e elevada carga tributária responsável principal pelo desemprego, fechamento de empresas e mudança de domicilio de novos investidores.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, guru do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que o texto da Reforma da Previdência incluirá uma nova opção de regime trabalhista para os jovens que ingressarem no mercado de trabalho. “O jovem poderá escolher. Na porta da esquerda, há a Carta del Lavoro (leis trabalhistas italianas aprovadas no governo de Benito Mussolini), Justiça do Trabalho, sindicatos, mas quase não tem emprego. É o sistema atual. Na porta da direita, não tem nada disso”, afirmou o ministro a empresários.

Essa proposta do ministro, que consta no plano de governo de Bolsonaro, é duramente criticada por Sérgio Batalha, presidente da Comissão da Justiça do Trabalho da OAB-RJ. “Não se criam dois tipos de trabalhador: um com direitos e outro sem, isso fere o princípio da isonomia previsto no artigo 5º da Constituição da República”, critica.

Que o trabalhador tenha a opção de escolher. Que cada um seja responsável pela distribuição de seus proventos segundo suas próprias escolhas e que a oposição toem as ruas e pergunte o que preferem os chefes de família entre um trabalho para seguir todos os dias, produzir, receber por isso e sustentar a si e aos seus ou seguir neste modelo arcaico, retrógrado e engessado que mantém mais de 12 milhões de desempregados no Brasil.

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