Home Esporte Judô brasileiro vira ‘tatame-exportação’ a um ano das Olimpíadas

Judô brasileiro vira ‘tatame-exportação’ a um ano das Olimpíadas

Judô brasileiro vira ‘tatame-exportação’ a um ano das Olimpíadas

0

Competir pelos Jogos Olímpicos significa o auge para qualquer atleta profissional. O sonho de uma vida inteira, talvez. Essa vontade torna-se ainda maior por quem disputará o evento dentro de casa. Assim pode-se definir a sensação dos brasileiros em 2016, no Rio de Janeiro. No entanto, dificilmente receberão um apoio de massa, já que a bandeira representada por alguns atletas brasileiros não será verde, amarela, azul e branca.
Enquanto modalidades como polo aquático, handebol e até basquete recorrem a estrangeiros, o judô convive com uma situação contrária. A alta competitividade interna, as limitadas vagas olímpicas e a possibilidade de uma vida fora do país atraem judocas, que já em Astana, no Mundial realizado neste ano de 2015, competiram sob novas bandeiras.
A chance de um judoca representar o país em uma Olimpíada é mínima. De acordo com a regra da Federação Internacional da modalidade, apenas um representante de cada nação pode competir em cada categoria. Assim, o Brasil contará com apenas 14 nomes nos Jogos do Rio – sete entre os homens e mais sete entre as mulheres. A competição, portanto, torna-se até injusta.
Esporte responsável pelo maior número de medalhas da história do país em Jogos Olímpicos (19), o judô é uma das modalidades mais populares na nação responsável por organizar os próximos Jogos. A concorrência é dura, e propostas de alto nível surgem para atletas formarem parte de novas seleções. A própria confederação nacional de judô lida de forma natural com a exportação de atletas. Os casos mais conhecidos são de Taciana Lima (Guiné-Bissau), Nacif Elias (Líbano), Victor Carabourniotis (Grécia), Camila Minakawa (Israel), entre outros.

Comentários