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JERUSALÉM PERTENCE A ISRAEL
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JERUSALÉM PERTENCE A ISRAEL

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A oposição de líderes e entidades quanto a decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel comprova o quanto o terrorismo está dominando o mundo.
Por 4000 anos, Jerusalém sempre foi a capital de Israel. Os judeus sempre a tiveram como sua capital e nunca, em toda a história, pertenceu a outro povo. Nem de muçulmanos ou do estado árabe.
O que fez o presidente Donald Trump, além de cumprir mais uma de suas promessas de campanha foi atestar, oficialmente, como o líder mais importante do mundo, a quem, de fato, pertence Jerusalém e declarar que as ameaças e tentativas de ostensivas por parte dos extremistas não pode paralisar as lideranças em suas atitudes.

Medo do terrorismo
Toda oposição contra o reconhecimento de Jerusalém se baseia no temor de líderes internacionais pelo terrorismo. Presidentes, chefes de defesa e entidades se mantiveram reféns dos extremistas por pavor do confronto – como se a guerra não existisse por si só – e omitiram-se por um posicionamento firme quanto a Cidade Santa.
Na tentativa de manter a neutralidade e não influenciar diretamente o já complicado acordo de paz na região, a comunidade internacional nunca reconheceu a soberania de Israel sobre a cidade. A maioria dos países, por exemplo, estabeleceu representações diplomáticas em Tel Aviv e arredores, mas não em Jerusalém.

Clinton, Bush e Obama foram covardes
O que os contrários a Trump não mencionaram é que desde 1995, uma lei americana estabelece a transferência da embaixada americana para Jerusalém, mas a medida jamais foi aplicada.
Os presidentes Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama adiaram sua implementação a cada seis meses, alegando “interesses nacionais”. Trump ressaltou que estava, apenas, colocando a lei em prática.

Uma luta infindável
Árabes e judeus travam uma intensa disputa desde o começo do século 20 para transformar Jerusalém em capital da Palestina e de Israel, respectivamente. Mas esse conflito, que faz do Oriente Médio um centro permanente de tensão, é apenas mais um capítulo de uma história que mescla confrontos por território e heranças sagradas há milênios.
Jerusalém já foi ocupada, destruída, sitiada, atacada e capturada muitas vezes por diferentes povos, entre eles egípcios, babilônios, romanos, árabes e judeus em cerca de três mil anos de história. Também foi santificada por cristãos, judeus e muçulmanos, que veem na cidade o berço dessas religiões.
A aparente convivência harmônica entre os bairros judaico, mulçumano, cristão e armênio na Cidade Velha, cercada por muros em Jerusalém Oriental, contudo, não é um indicativo de que o atual confronto está perto do fim.

Heranças religiosas
Para os cristãos, Jerusalém foi o palco da paixão de Cristo, onde Jesus foi crucificado, morto e sepultado – o local exato, o Monte Calvário (ou Gólgata), ficava próximo da Jerusalém antiga, dentro dos limites da cidade atual.
Para os muçulmanos, Jerusalém é o lugar onde o profeta Maomé ascendeu aos céus. Já segundo a tradição judaica, a cidade foi declarada como capital do reino dos judeus pelo rei Davi e é o local onde foi construído um templo para guardar a Arca da Aliança, onde estariam as tábuas dos Dez Mandamentos.
Por isso, até hoje Jerusalém atrai peregrinos de diferentes religiões em busca de lugares sagrados.

Por que cristãos querem Jerusalém como capital de Israel?
Nos Estados Unidos, as razões para o apoio dos evangélicos ao reconhecimento de Jerusalém como capital são principalmente religiosas. “
Há muita diversidade no mundo evangélico, mas há uma ideia comum de que o destino de Israel é importante para o futuro religioso dos evangélicos”, afirma Wald.
Alguns acreditam que, por razões bíblicas, Israel é o lugar destinado a agregar os judeus. Outros creem que o messias pode retornar para Jerusalém, vista como a Terra Sagrada e, para isso, é importante que ela esteja nas mãos de Israel, e não dos muçulmanos.
Assim, há uma espécie de ponte entre a história de Israel bíblico e a do Estado moderno de Israel.

Pode ser que a guerra seja inevitável, mas com ou sem motivos, israelenses e palestinos estão em confronto intermitentemente. O discurso de que reconhecer Jerusalém geraria maiores atritos é irresponsável e injusto. Nos últimos 20 anos não houve nenhuma mudança significativa no processo de paz da região.

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