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JANAINA PASCHOAL QUER PROIBIR FESTAS ‘OPEN BAR’ NAS UNIVERSIDADES
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JANAINA PASCHOAL QUER PROIBIR FESTAS ‘OPEN BAR’ NAS UNIVERSIDADES

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A melhora do ensino no Brasil vai muito além das drásticas mudanças dentro das salas no combate à doutrinação esquerda-comunista instalada nas instituições de ensino que ganharam espaço em todo o período de governo petista.

Além da formação acadêmica, é necessário séria reforma dentro da administração das instituições. permissibilidades e omissão de reitorias, quando se tratando de universidades, transformaram muitos campus em verdadeiros campos de guerra para muitos estudantes. Calouros, todos os anos, são ameaçados e submetidos a diversos tipos de trotes vexatórios pelos veteranos.

Muito mais que formar excelentes profissionais, pela deficiência nas famílias, as entidades educacionais terão de intervir no comportamento dos estudantes dentro das dependências para contribuir com a formação de bons seres humanos.

Seguindo esse pensamento, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) – que recebeu 2 milhões de votos para a Assembleia Legislativa de São Paulo nas eleições de 2018 – protocolou na terça-feira, 23, um projeto que pretende acabar com festas “open bar” em universidades de São Paulo.

O texto do projeto de lei apresentado pela parlamentar proíbe ainda a “compra, venda, fornecimento e consumo de bebidas alcoólicas” nas instituições de ensino públicas e privadas do Estado.

A luta de Janaina contra o consumo de bebidas em universidades não é recente. Em 2016, a deputada afirmou no Twitter que notava “uma grande leniência” no ambiente de ensino superior com o consumo de álcool e drogas.

Segundo a proposta apresentada na Assembleia Legislativa de São Paulo, a proibição se estenderia não só ao local de ensino dos universitários como “às áreas destinadas às moradias estudantis, aos centros acadêmicos, aos diretórios acadêmicos, às organizações atléticas, aos grêmios estudantis, aos clubes de professores, aos clubes de funcionários e a quaisquer associações ou agremiações congêneres”.

Os fornecedores de bebidas a qualquer aluno ou entidade universitária ficarão sujeitos a multa de dez salários mínimos, de acordo com o texto.

A deputada utiliza dados da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas para justificar o projeto. Segundo um levantamento da pasta feito em 2010, estima-se que um quarto dos estudantes tenha realizado um consumo pesado episódico de álcool no mês anterior à pesquisa. E um terço dos entrevistados relatou ter feito uso desta droga neste mesmo padrão nos últimos 12 meses.

Para a parlamentar, o consumo excessivo de bebidas pode levar também a um aumento nos casos de estupro. “As moças, ávidas por se igualarem aos homens também no que há de mau, bebem nessas festas até o ponto de perderem a consciência sobre os próprios corpos, vindo a sofrer abusos dos quais se recordam apenas no dia seguinte”, escreve a deputada estadual.

A fim de evitar ser “atacada” por este argumento, ela ressalta: “É imperioso consignar que o fato de a vítima do abuso sexual estar alcoolizada não afasta o crime. No entanto, sob a perspectiva da prevenção, melhor evitar beber nos níveis que vêm sendo observados na atualidade.”

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