Home Mundo ÍNDIA PROÍBE PRÁTICA ISLÂMICA DE DIVÓRCIO UNILATERAL CONTRA ABANDONO ÀS MULHERES

ÍNDIA PROÍBE PRÁTICA ISLÂMICA DE DIVÓRCIO UNILATERAL CONTRA ABANDONO ÀS MULHERES
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ÍNDIA PROÍBE PRÁTICA ISLÂMICA DE DIVÓRCIO UNILATERAL CONTRA ABANDONO ÀS MULHERES

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Após décadas de campanha mobilizada por grupos de mulheres e vítimas, o
Supremo Tribunal indiano dissolveu uma prática islâmica que permitia aos homens divorciar-se instantaneamente de suas esposas repetindo três vezes o termo ‘talaq’ ao qual eles colocavam fim ao casamento de forma unilateral.
A corte, formada por membros pertencentes às religiões majoritárias da Índia (hinduísmo, islãmismo, siquismo, cristianismo e zoroastrismo),
decidiu que a prática de “divórcio verbal” é contrária à Constituição do país.

Triplo talaq
A decisão venceu por maioria, mas a falta de consenso abre precedente para a prática. É que o ‘triplo talaq’ – como é chamada – está amparado pela Lei Pessoal Muçulmana, aprovada em 1937 para lidar com assuntos específicos da releigião. Como base, os juízes que votaram pelo fim da tradição, argumentaram que o ato é contrário à sharia – o conjunto de leis islâmicas-.
O caso foi iniciado por várias mulheres depois de perderem os maridos por causa do triplo talaq. Em algumas situações, maridos acabaram os casamentos por carta ou redes sociais, atualmente.

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