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IMPEACHMENT DE CRIVELLA COMEÇARÁ A SER DISCUTIDO
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IMPEACHMENT DE CRIVELLA COMEÇARÁ A SER DISCUTIDO

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A assinatura dos 17 vereadores foram o suficiente para que a Câmara Municipal conseguisse sessão extraordinária para o ínicio da discussão pelo processo de impeachment do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella.
Depois de ser gravado em reunião eclesiástica com 170 líderes religiosos e pastores evangélicos, que não constava na agenda oficial ocorrida no dia 4 de julho no Palácio da Cidade onde sugeriu aos pastores que orientem os fiéis a procurar uma assessora dele, Márcia (da Rosa Pereira Nunes), que poderia agilizar as cirurgias, a oposição entrou com dois pedidos de afastamento apresentados um por Átila Alexandre Nunes (MDB) e outro pelo deputado estadual Marcelo Freixo (Psol) e Isabel Lessa, presidente do Psol carioca que o acusam de improbidade administrativa.
Tarcísio Motta, David Miranda, Paulo Pinheiro, Babá, Renato Cinco, Leonel Brizola (PSOL); Reimont, Luciana Novaes (PT); Fernando william (PDT); Átila Alexandre Nunes, Rosa Fernandes, Rafael Aloísio de Freitas (MDB); Leandro Lira (Novo); Teresa Bergher e Professor Adalmir (PSDB); Ulisses Marins (PMN) e Zico (PTB) foram os primeiros a assinarem a petição, mas contam com a promessa de adesão dos vereadores Rafael Aluísio de Freitas e Wellington Dias.

Mais privilégios
Marcada pelo próprio prefeito como sendo sua pessoa de confiança escalada para resolver o problema dos pastores, a assessora Marcia da Rosa Pereira Nunes ficou conhecida no país. O advogado Milton também. Ele ficou incumbido de resolver o problema de todas as igrejas que estivessem recebendo cobrança de IPTU e dar “dar um fim nisso”. “Nós temos que aproveitar que Deus nos deu a oportunidade de estar na prefeitura para esses processos andarem”, afirmou. O governante também ofereceu auxílio para resolver problemas de igrejas que ficam longe de pontos de ônibus, para fazer eventos no Parque Madureira e cuidar de dependentes em drogas.

Crivella respondeu às acusações
Responsabilizando a Rede Globo de Televisão de perseguição, Crivella, em entrevista ao SBT resumiu, segundo sua intrepretação, as infames, pelo fato da emissora ser inimiga declarada dos evangélicos.
Fato é que, uma vez cristão declarado, Crivella tem a obrigação moral de se destacar dos demais gestores por seu credo religioso. Uma vez que pau que dá em Chico não alcança Francisco nesse país.
Afirmando que não ‘furou fila’ privilegiando os fiéis das igrejas dos pastores convidados, o prefeito disse que ‘zerou a fila’ de cirurgias de catarata na cidade e ainda possui vagas para tendimento.
Mas os cariocas pelas redes sociais desmentem o prefeito. Posts de todo os municípios da cidade revelaram pacientes aguardando meses pelo atendimento prometido.

Crivella também defendeu que governa de forma imparcial e seguindo a laicidade do estado. Então, é cabido perguntar onde estão os grupos de espíritas, umbandistas, ateus e todas as demais comunidades que ele teria se reunido para as mesmas ‘prestações de conta’ e oferecimento de serviços?

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