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Imigrantes hondurenhos armam caravana para invadir eua
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Imigrantes hondurenhos armam caravana para invadir eua

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Mesmo após anúncio de Trump de não recebimento esta é a terceira tentativa

 

Mais de mil hondurenhos, em sua grande maioria homens, partiram há dois dias da cidade hondurenha de San Pedro Sula, na tentativa de chegar aos Estados Unidos (EUA). Porém, segundo os imigrantes, houve obstáculos à passagem deles pelas autoridades de Honduras. De acordo com informações oficiais da Guatemala, pelo menos 709 hondurenhos da caravana cruzaram a fronteira.

As autoridades hondurenhas intensificaram as medidas de controle de imigração em Agua Caliente, para impedir a passagem da caravana para a Guatemala. Foram instados 54 postos de controle nas fronteiras com a Guatemala e El Salvador.

Aproximadamente 1.500 hondurenhos, em dois grupos, saíram no último dia 14 de San Pedro Sula, no norte de Honduras, com a intenção de chegar aos Estados Unidos fugindo da violência e da crise econômica.

Organizações de direitos humanos em Honduras denunciaram a criminalização da caravana de migrantes pelo governo do presidente hondurenho, Juan Orlando Hernández.

Terceira caravana
Apesar das advertências do presidente norte-americano, Donald Trump, de não permitir a migração irregular, esta é a terceira caravana de hondurenhos que empreende esta longa viagem a pé. A primeira saiu em 13 de outubro.

Trump aproveitou a saída destas centenas de hondurenhos para voltar a defender a construção de um muro entre os EUA e o México, uma obra cujo financiamento é rejeitado pelos democratas, que têm maioria na Câmara de Representantes. A disputa política mantém paralisado o governo federal americano há meses.

Plano migratório
Delegados de El Salvador, Guatemala, Honduras e México se reuniram, em San Salvador, com técnicos da Comissão Económica para a América Latina (Cepal) para discutir um plano de atenção para os migrantes.
O governo mexicano prepara um abrigo no estado de Chiapas (sul), fronteiriço com a Guatemala, mas advertiu que não permitirá que os migrantes entrem à força no país como ocorreu com outras caravanas em 2018. O governo de Andrés Manuel López Obrador anunciou que investirá recursos para maior segurança na fronteira.

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