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Idosos provam que não tem idade para aprender
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Idosos provam que não tem idade para aprender

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Idade não é problema para quem quer aprender e muitos idosos voltam a estudar sem temer as dificuldades. Esse é o caso de Abadia Crispim, de 83 anos que celebrou sua formatura
em um curso de extensão que durou dois anos na Universidade de Brasília (UnB).
As aulas feitas por ela integram o programa Universidade do Envelhecer, no campus de Ceilândia. Ao todo, havia 59 formandos e a maioria deles eram idosos. A festa contou com banda do Exército, a presença das famílias e os formandos receberam grau de educador político e social em gerontologia – ramo que estuda o envelhecimento do ser humano com
qualidade de vida.
Abadia, que tem 5 filhas, 11 netos e 12 bisnetos, ficou emocionada ao subir no palco para receber o canudo. Ela chegou à capital federal antes mesmo da inauguração da cidade e trabalhava como lavadeira. Casada com um carroceiro, precisou adiar
a vontade de estudar.

Sobre o projeto
O curso de Educador Político Social em Gerontologia visa capacitar adultos e idosos para que atuem na formação de uma sociedade inclusiva e sejam sujeitos ativos na construção de políticas para o envelhecimento, com valorização
e dignidade humana.
Para isso, são ofertadas disciplinas de Autocuidado, Qualidade de Vida, Direito e Cidadania, Política e Educação, Atividade Física e Mobilidade, Música, Educação Gerontológica, entre outras. No último semestre, são realizadas atividades práticas para consolidar os conhecimentos adquiridos e o aluno deve elaborar Trabalho de Conclusão de Curso como em qualquer outra faculdade.

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