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IDEÓLOGO DO GÊNERO CONFESSA: HOMEM COM TRAJE FEMININO É “PEÇA POLÍTICA”
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IDEÓLOGO DO GÊNERO CONFESSA: HOMEM COM TRAJE FEMININO É “PEÇA POLÍTICA”

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Arquitetada há muitas décadas, a implantação e estabelecimento da ideologia de gênero na sociedade mundial ganhou, desde sua iniciação, uma aliada poderosa; a moda mundial.
Homens desfilando acessórios femininos, avançaram para algumas peças e hoje assistimos trajes e modelos unissex promovendo a desconstrução do ser humano em sua essência físico e biologicamente. Sem classificação de gênero e transitório em todos os cenários, homens estão levantando a bandeira de incômodo político para promover os ideólogos.

Em entrevista para o jornal O Globo, o produtor cultural Thum Thompson, de 34 anos, disse ter usado seu primeiro maiô para uma festa à fantasia. Ele e a namorada haviam se vestido de “nado sincronizado no seco”, e a peça se fez indispensável. A experiência, porém, também o levou a tomar gosto pelo item. Sete anos depois, há 17 modelos em seu guarda-roupa.

Provocação e imposição
“Começou como uma brincadeira e, aos poucos, passou a fazer mais sentido, quando entendi que isso incomodava algumas pessoas e gerava perguntas. Virou um ato político de questionamento à heteronormatividade”, diz Thum.

Com sua conta no Instagram abarrotada de fotos em que ele aparece usando o traje de banho — o modelo rosa com a palavra “Britney” é um de seus favoritos —, Thum não está sozinho. A peça tem ganhado espaço entre o público masculino, como confirma a estilista Thaissa Becho, que viu a venda de suas criações disparar entre esse público.

Quebra da normatividade
O cineasta e figurinista PJ Barra, de 29 anos, também está acostumado a enfrentar olhares tortos pelo uso do maiô, que ele incorporou ao guarda-roupa desde que passou a explorar mais as araras femininas das lojas.
“Desse processo, vem o meu não-constrangimento com o meu corpo, apesar de todo o cerceamento ao nosso redor. Se continuarmos usando, haverá mais aceitação das pessoas, que vão observar isso como um ciclo evolutivo”.

Mentira dos números
“Acabei de fazer um evento em São Paulo, e os homens foram metade dos compradores” contabiliza ela, dona da marca que leva o seu nome. “Hoje há muitos corpos em transição e muitas vontades de não se enquadrar dentro de uma caixa que foi preestabelecida em algum momento”.

Mas metade de quanto? 5, 15, 1000?
Essas afirmativas fracas e fajutas têm um propósito. Os ideólogos de gênero gastam em seu vocabulário palavras totalitárias e generalizadas como; muitos, todos, bastante com a intenção de provocar nas famílias a sensação de que todos estão nessa ‘onda’ e que os contrários estão ficando de fora da moda.

Eles não são a maioria e não serão. Olhe a sua volta. Quantos homens encontrou de casa ao trabalho ou em um passeio cruzando seu caminho vestindo maiô? Quantos viu na praia deitados de bruços pegando um bronze com a peça de banho feminina?

 

Com informações de O Globo

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