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Ideologia de Gênero imposta no pedro ii esquenta discussão sobre pme 2017
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Ideologia de Gênero imposta no pedro ii esquenta discussão sobre pme 2017

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Depois do Congresso Nacional retirar do Plano Nacional de Educação a ideologia de gênero, em 2014, ficou a cargo de aceitação de cada município no país.
Este ano, a primeira sessão pública para a discussão do tema foi realizada na Câmara dos Vereadores, no entro do Rio de Janeiro, no últi-mo dia 04 de abril.
As galerias da Câmara ficaram divididas entre pais pelo fim da doutrinação sexual dos alunos na sala de aula e a pouco mais de meia dúzia de representantes pela ampla liberação do tema dentro do calendário educacional.

Bandeira da família
Pais receberam oportunidade de tomar assento na tribuna e no mesmo coro, resumiram seus posicionamentos em pontos fundamentais entre eles: A arbitrariedade do estado em tomar o lugar de pa-trono dos filhos alheios às questões morais, a precariedade do sistema educacional que não detém base para as matérias essenciais resultando no alto índice de analfabetos funcionais e no crime contra as crianças em serem expostas como uma folha de papel em branco, aptas a moldes segundo o que rege a sociedade.

Bandeira dos ideólogos
Comprovadamente, em menor número, os defensores da ideologia de gênero dentro das escolas levantaram a bandeira da luta contra o preconceito e a intolerância. O discurso é pela educação igualitária e sob a responsabilidade de libertar o pensamento infantil para infinitas possibilidades.
E contrapartida, na tribuna, pais relataram que não há problema al-gum uma criança educada por alguém da classe LGBT e ganhar, sendo menino, uma boneca de presente. Da mesma forma que ninguém tem o direito de advertir um pai que dá uma cueca para sua filha menina. Todavia, essa postura moral e comportamental segundo a doutrina adotada pela família individualmente, não pode, se maneira nenhuma, ultrapassar as paredes do convívio familiar em uma imposição à coletividade no ambiente escolar.
OPINIÃO
Triste é constatar que muitos pais defensores da família e combatentes à doutrinação da ideologia de gênero sequer acompanham a vida escolar de seus filhos.
A ideologia de gênero é uma afronta contra as crianças e o direito dos pais à educação moral de seus filhos, todavia, antes dela, o analfabetismo funcional, a precariedade da pauta educacional é deficitária e não apresenta nenhum sinal de melhora e devem, em conjunto com a indignação à doutrinação imoral, ser combatidas.

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