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GHOSTING: O AMOR DESCARTÁVEL
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GHOSTING: O AMOR DESCARTÁVEL

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Tudo ia muito bem até que, sem nenhuma explicação e repentinamente seu relacionamento acaba sem imaginar o que pode ter acontecido. Assim é o ghosting, expressão adotada para representar o comportamento de alguém que resolve encerrar uma relação sem qualquer tipo de conversa ou aviso, apenas cortando todo o contato e evitando a outra pessoa.
O termo vem da língua inglesa e é derivado da palavra “ghost”, em tradução literal, fantasma. A nomenclatura vai direto ao ponto: quando uma pessoa pratica o ghosting, ela desaparece misteriosamente, tal qual um fantasma. A situação também pode acontecer em diferentes tipos de relações, mas, é mais comum em relacionamentos amorosos recentes.
Em tempos de amor e sexo pela internet, na vida real é fácil notar os seres humanos muito mais perdidos. Algo como, ‘se eu não tenho o que eu quero vai qualquer pessoa’. Tão cruel como os sentimentos se tornaram descartáveis em tempos de Whattsap, Skype…você é um nome, um número. Um corpo, um objeto, uma foto… descartável ou não. É assim com quem você amou por dez anos, é assim com quem você amou por seis meses. Um belo dia, você acha que está tudo bem. E é surpreendido, rejeitado, abandonado, bloqueado… nas redes sociais ou da vida de quem você amou ou ama.
A pessoa que pratica o ghosting geralmente tem uma tendência a procurar relacionamentos superficiais e rápidos, evita situações de conflito e tem dificuldade em assumir relacionamentos
longos e duradouros.
Casos de mulheres são raros, mas amparados pela história, os homens têm feito vítimas e ferindo mulheres com seus relacionamentos e sentimentos descartáveis.

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