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Fome assombra Brasil, mas bolsa família não é a solução
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Fome assombra Brasil, mas bolsa família não é a solução

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Em seu primeiro ano de mandato, a então presidente Dilma Rousseff adotou o lema “País rico é país sem pobreza”. Em 2014, último ano de seu primeiro mandato, ela havia cumprido a promessa, quando o Brasil finalmente deixou de integrar o Mapa da Fome da
Organização das Nações Unidas.
Através de financiamento do Governo Federal no Programa Bolsa Família criado por Fernando Henrique Cardoso em 2003. O programa foi potencializado e distribuído, indiscriminadamente para milhões de brasileiros que não precisaram de nenhuma comprovação para receber mesadas mensais e reajustadas acima da inflação durante
o governo petista.
Todavia, todo gasto realizado sem planejamento, reabastecimento e controle, tende a acender o alerta vermelho para problemas de caixa, estrutura
e organização.

Três anos depois do Brasil sair do mapa mundial da fome da ONU, o que significa ter menos de 5% da população sem se alimentar o suficiente, o velho fantasma volta a assombrar.
Não pela revisão do Bolsa, e sim pela forma irresponsável pelo qual foi implementado.Mesada sem tempo determinado, e sem planejamento para ingresso de pessoas capazes fisica e mentalmente para o mercado de trabalho, tende a fazer falta em contas que contemplem
melhorias pluralizadas.

Pratos vazios
A crise que assola o país atinge diretamente as famílias mais pobres e sem muita ou nenhuma instrução escolar onde, muitas sucumbem com todos os membros
da casa desempregados.
A ONU registra estado de miséria, pessoas que como não se alimentam por tempo estendido, mas o Brasil registra famílias inteiras se alimentando com um único item alimentício por semanas e sem previsão
de reabastecimento de estoque.

Empregabilidade
Petistas acusaram o atual governo pela ameaça de fome às famílias e condenaram a decisão do ‘talvez e ainda’ presidente Temer por não reajustar o benefício.

Nação de zumbis será o Brasil com a manutenção desenfreada do Bolsa Família como direito sem dever pré-definido e sem data de término pré-estabelecida.
Jovens, homens e mulheres em plena idade produtiva que acomodaram-se ao ‘vale voto’ para sobreviver, engrossam as estatísticas de subdesenvolvidos intelectual e politicamente.
Não teria sido com esse
propósito a criação do benefício?

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