Home Política FLAVIO BOLSONARO: A direita, a esquerda e o depende – conforme venha a interessar no momento!

FLAVIO BOLSONARO: A direita, a esquerda e o depende – conforme venha  a interessar no momento!
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FLAVIO BOLSONARO: A direita, a esquerda e o depende – conforme venha a interessar no momento!

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O Brasil experimenta, há décadas, constante e insidiosa propaganda de esquerda – que, seguindo a práxis marxista, se apresenta sob disfarces palatáveis e simpáticos àqueles que formam o imenso contingente de pessoas crédulas, que tem como regra a honestidade e a boa fé.
Lenta e gradualmente, uma nova forma de discurso acabou sendo imposta como regra geral de expressão, qual seja, o critério “politicamente correto” de expressão de ideias. Mediante esta verdadeira censura prévia, as ideias passaram a ser submetidas a filtros subjetivos que, em resumo, hoje impedem a livre expressão de opiniões sobre boa parcela dos assuntos que dizem respeito às relações em sociedade.

Assim, as opiniões sobre conteúdos de interesse da dogmática gramscista somente podem ser expressas na medida em que sejam alinhadas com seus projetos – sendo execradas quando contrárias aos mesmos.
Não é à toa que o impeachment de Collor foi aplaudido como exercício de democracia, – ao passo que o de Dilma, rotulado como “golpe”. Aliás, a melhor característica de tal discurso é a apropriação do vocábulo “democracia” por correntes sabidamente autoritárias e cuja marca sangrenta foi deixada na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, na China, no Camboja, em Cuba, na Coréia do Norte, na Venezuela e outros experimentos comunistas. Cada um desses países possui, em sua denominação, o termo “democrática” ou variações dele.

E como tal “patrulhamento ideológico” se mostra de modo mais desavergonhado? Nos discursos como o já citado conceito de “golpe” e ocasiões similares! Mais um exemplo? Vejam o conhecido caso de um político “outsider” em relação ao sistema, investido de imunidade parlamentar, que discutiu com uma mulher – também parlamentar, dentro do Congresso Nacional. Os desdobramentos do embate, certamente em razão da pessoa de um dos contendores, deram origem a processo por crime de incitação ao estupro – à revelia do disposto no art. 53 da Carta Magna, cujo teor foi reforçado pela Emenda Constitucional nº 35, de 20 de dezembro de 2001, justamente para assegurar a total de liberdade de expressão e os embates no parlamento. O absurdo da denúncia contou com o massivo apoio de toda a opinião publicada! Pouco depois, um conhecido membro da “nomenklatura” marxista brasileira, não investido de qualquer cargo ou imunidade, chama, aberta e publicamente, diversas mulheres ocupantes de cargos no cenário político brasileiro de “mulheres de grelo duro” – não sem também tornar públicas palavras desrespeitosas a diversas autoridades dos mais altos escalões do Judiciário e do Ministério Público. Já nesse último caso, não houve qualquer acusação e a mesma opinião publicada permaneceu solícita e curiosamente calada!

Recentemente, uma militante marxista atirou, ou esfregou um ovo em Jair Bolsonaro – não faltando aqueles que afirmassem que a nada democrática jovem também os representava. Tal equivale a assumir que, em certos casos e, principalmente, contra determinadas pessoas ou ideias, as agressões são democráticas. Pois é, coincidentemente, alguém que se disse representada pela jovem agressora acabou experimentando do próprio veneno – sendo agredido fisicamente por outro adolescente… E nesse caso, a agressão também seria democrática??? Seria justo ou civilizado que alguém se dissesse representado pelo agressor?

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