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FISCALIZAÇÃO DE EXPLOSIVOS É PREJUDICADA POR CORTE DE VERBA PARA FORÇAS ARMADAS

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E o rombo nas contas públicas causada pela roubalheira da corrupção e pelas regalias que políticos aprovam para seu próprio desfrute continua enfraquecendo o país.
Por conta do debate para o ajuste da meta fiscal, o Governo Federal decidiu sangrar as Forças Armadas reduzindo o contingente de recursos em 40% neste ano, que segundo o comando das Forças, o setor pode entrar em colapso já em setembro.

Se não houver liberação de mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a baixa de recrutas. O que acarretará em aumento no número de desempregados, automaticamente.

Fronteiras escancaradas e explosivos incandescendo os céus
Entretanto, a maior preocupação está nas áreas mais afetadas, que foram as de defesa do território nacional com a fiscalização de nossas fronteiras – as equipes do Exército que se encontram na Amazônia e as unidades da Marinha nos rios e na costa já estão sofrendo os efeitos – e a de controle e fiscalização de explosivos.
A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército, responsável por monitorar o uso de explosivos perdeu parte da capacidade operacional para impedir o acesso a dinamites por facções como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho, que roubam bancos e caixas eletrônicos.
O Comando do Exército confirmou que o contingenciamento reduz “drasticamente” a fiscalização do uso de explosivos, abrindo caminho para o aumento de explosões de caixas. A DFPC é um dos órgãos das Forças Armadas de apoio ao sistema de segurança pública que foi atingido pela falta de recursos.

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