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FAMÍLIAS REAGEM E BOICOTAM MARCAS QUE APOIAM A IDEOLOGIA DE GÊNERO

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Nunca antes o mês de comemoração ao dia dos pequenos foi tão marcado com tantos ataques contra as crianças. Os ideólogos do gênero, estrategicamente, usaram o mês de outubro para disseminar a desconstrução do ser humano pela figura da inocência infantil.
Patrocinados por multinacionais, a comunidade LGBTI(XWYZ), depois de se valer e massacrar o assunto em novelas, seriados, programas de entrevistas e até mesmo os que tratam de problemas de saúde, invadiu a mídia e usa marcas de grande expressão para afrontar a família, atacar o modo de educação de filhos alheios e normatizar a mudança de gênero.
Omo, Close Up, C&A, Avon, O Boticário, Carrefour desafiam a maioria esmagadora da sociedade conservadora e impuseram o conceito de ‘gênero neutro’ no país.

Avon – a empresa de cosméticos nos últimos anos já vinha fazendo campanhas que apostavam no ‘gênero neutro’ para maquiagem e no chamado marketing de lacração, que usa pautas liberais como mote principal. Mas o documentário exibido no Fantástico, da Rede Globo de Televisão, no programa que defendia a ideologia de gênero como uma simples brincadeira de criança chamada “Repense o Elogio” revoltou os conservadores ante imagem de crianças desconstruídas, meninos vestidos de meninas, crianças que regurgitavam conceitos feministas e que reprovou, claramente, pais que elogiam suas filhas com expressões delicadas dignas de quaisquer meninas. No finalzinho do documentário, a mensagem deixada na tela é clara: “o que você diz às meninas hoje, influencia quem elas serão amanhã.”
O vídeo rechaçava o título de princesa para as meninas e corajoso para os meninos em uma tentativa de descontruir o gênero humano.

Omo – A marca de sabão atacou e reprovou pedindo ‘recall’ dos pais que criam seus filhos dentro do padrão moral de suas crenças respeitando as diferenças biológica, científica, psicológica e pessoal entre meninos e meninas.

Close UP – Algumas empresas decidem expressar seu apoio a agenda LGBT distante da grande mídia. Em sua página do Facebook, a Close Up postou um vídeo, em 21 de setembro, para lançar um novo produto, o Closeup Fresh Attraction Oxypulse. A propaganda se resume a dois homens entrelaçados em posição de beijo apaixonado.

C&A – A campanha para o Dia dos Namorados da loja de roupas, trouxe o slogan ‘O Dia dos Misturados’ onde jovens inverteram os gêneros. Meninos sorridentes calçando salto alto e meninas com vestimenta masculina se apresentavam em papéis trocados. Homens afeminados e mulheres masculinizadas para, segundo a marca, registra sua presença na referência à diversidade de gêneros.

O Boticário – Exibida em rede nacional para campanha do Dia dos Namorados, O Boticário trouxe diferentes tipos de casais, heterossexuais e homossexuais, trocando presentes em calorosas expressões afetivas que desrespeitaram à sociedade e à família brasileira.

Carrefour – Em sua rede social a marca de supermercados resolveu reforçar o coro pela ideologia de gênero e postou a seguinte mensagem: “Depois que viram adultos, meninos que brincam de boneca ou casinha tornam-se mais conscientes e responsáveis com a família. Brincadeiras não têm gênero”.
Após as críticas começarem a se multiplicar na página oficial do Carrefour, a postagem foi apagada.

Neste mesmo raciocínio seria certo afirmar que meninas que brincam com armas tornam-se mais capazes de se defender quando adultas?

Ariel passou o sabão
Mas há quem defenda os valores da família. O post da Omo sobre o recall de pais recebeu resposta que representou todos os conservadores. A concorrente Ariel , dignou-se a ordenar que a Omo se restringisse a fabricar sabão e respeitar o papel dos pais na educação moral de seus filhos.

Tudo se resume a um apelo excessivo pela implantação da normalidade da ideologia de gênero no Brasil. Escola recebendo drag queen para ensinar sobre gênero, novelas desenhando pais e mães como figuras acéfalas incapazes de desenvolver o papel de administradores de sua própria família, propaganda de sabão classificando pais tradicionais de retrógrados e pior, convocando para um ‘recall’ os progenitores na intenção real do significado da expressão (intimação por parte de fabricante ou distribuidor para que determinado produto lhe seja levado de volta para substituição ou reparo de possíveis ou reais defeitos) como se as crianças brasileiras fossem meros bastardos, órfãos, soltos no mundo à espera de doutrinação.

Mas o que essas marcas têm a ver com a educação infantil? Quando artistas e marcas acham que podem ditar a maneira como você cria seu filho significa que eles, ainda que em minoria, se sentem mais próximos de destruir seu filho do que você de protegê-lo.

O que essas empresas e as emissoras que projetam a ideologia de gênero não contavam é com a reação dos conservadores brasileiros. A internet com suas redes sociais disseminam o protesto e a convocação dos reacionários a um boicote geral a todas as instituições que se colocam entre os pais e seus filhos para educação moral e formação de caráter das crianças.

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