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FACEBOOK, COM SEU PODER MUNDIAL, TENTA CALAR CONSERVADORES
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FACEBOOK, COM SEU PODER MUNDIAL, TENTA CALAR CONSERVADORES

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Não é de hoje que o Facebook é acusado de censurar páginas contrárias aos pensamentos esquerdistas. Em 2016, em uma curiosa orquestração, várias páginas grandes anti-esquerda foram banidas no mesmo dia.

Agora, a maior rede social do mundo é suspeita de manipular dados para diminuir o alcance de páginas conservadoras. Segundo o jornal The New York Times assinado por Stevan Dojcinovic, Mark Zuckerberg está fazendo uma experiência no qual seus usuários são suas “cobaias”.

“A organização independente e sem fins lucrativos de jornalismo investigativo onde sou o editor-chefe é um desses infelizes ratos de laboratório”, acusou Dojcinovic. “No mês passado, notamos que nossas histórias deixaram de aparecer no Facebook, como de costume. Fiquei sem chão. Nossa maior fonte de tráfego, que representa mais da metade de nossas visualizações mensais de páginas, foi prejudicada. Eu pensei que era alguma falha, mas não era”.

O “laboratório” principal para sua experiência foi a Sérvia e outros países pequenos. Lá, a rede social testou a estratégia de excluir páginas alternativas de informação, ou seja, as que não faziam parte da grande mídia do país. A justificativa do Facebook foi que ele estava apenas combatendo as “fakes news”.

“Nós, jornalistas, somos responsáveis por isso também. Usávamos o Facebook para alcançar nossos leitores pois era conveniente, então investimos tempo e esforço para marcar nossa presença lá, ajudando a rede a se tornar o monstro que é hoje. Mas o que está feito, está feito. Ela é uma empresa privada, que não prestas contas a ninguém, que parece ter assumido o ecossistema de mídia do mundo.” Reclamou Dojcinovic.

 

VOCÊ É UMA DAS COBAIAS

O Facebook faz experiências com seus usuários sem seu conhecimento. A empresa já conseguiu manipular as emoções dos usuários em testes que tentaram tornar as pessoas mais negativas através de suas postagens. Nos Estados Unidos, o democrata Al Fraken pediu a regulamentação de empresas de tecnologias, incluindo as redes sociais. Segundo ele, o perigo é que o Facebook tem o poder de escolher qual conteúdo chega até o consumidor.

Para participar dessa rede social é necessário concordar com seu viés ideológico e político: o americano Allen Muench, aposentado, passava boa parte do seu dia compartilhando conteúdos em sua página conservadora, apoiadora de Trump. Recentemente ele foi banido e sua página tirada do ar, ele recorreu à justiça, mas perdeu, pois o Facebook, por ser uma empresa privada, pode banir quem quiser. O Brasil também é vítima dessa censura, esse mês a página Conservadorismo do Brasil foi apagada sem nenhuma explicação.

 

 

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