Home Sociedade EXPOSIÇÃO DE APOLOGIA AO ABORTO E SUICÍDIO FOI IDEIA DE ALUNOS, DIZ ESCOLA

EXPOSIÇÃO DE APOLOGIA AO ABORTO E SUICÍDIO FOI IDEIA DE ALUNOS, DIZ ESCOLA
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EXPOSIÇÃO DE APOLOGIA AO ABORTO E SUICÍDIO FOI IDEIA DE ALUNOS, DIZ ESCOLA

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Que saudade dos tempos escolares onde a alfabetização era o foco dos professores e formar um cidadão consciente de seus direitos constitucionais era interpretada como meta acadêmcia a ser alcançada. Funk, shorts curtos, drogas, prostituição e até crimes de agressão e assassinato estão entre os acontecimentos que permeam o universo educacional atual.
Com a desconstrução infanto-juvenil latente na sociedade, as escolas têm sido o palco principal para a proliferação de aberrações.
O absurdo da vez aconteceu no Colégio Estadual Dom Geraldo Fernandes de Cambé, no norte do Paraná onde uma ‘exposição de arte’ realizada por alunos do último ano do ensino médio apresentou peças que faziam apologia ao aborto, suicídio e desrespeito a obras religiosas com a queima de páginas da bíblia ao lado de manchetes de jornal que anunciavam casos de padres pedófilos.
Em uma das ‘obras’ expostas, uma boneca pendurada por uma corda questionava se tirar a própria vida seria uma “solução para seus defeitos”. Em outros pontos da mostra, haviam objetos usados para realizar abortos.

Aberta ao público, pais de alunos ao se depararem com a ‘exposição’ registraram boletim de ocorrência na delegacia por crimes contra o sentimento religioso e pelo teor violento e não condizente com o curriculo escolar. Demais memvbos da localidade após as imagens viralizarem na internet não conseguiram visitar a exposição, pois ela havia, curiosamente, sido encerrada.

Caso de polícia
O delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial, Osmir Ferreira Neves, disse que a investigação foi aberta da Delegacia de Cambé, após os relatos do pai.
“Justamente para apurar se estaria ocorrendo uma apologia, uma instigação ou alguma prática ilícita, notadamente associada à instigação ao suicídio, práticas abortivas e também à intolerância religiosa”, explicou o delegado.
Ainda conforme o delegado, é importante respeitar a liberdade de expressão, que deve ser garantida, exceto em casos onde haja alguma violação à Constituição Federal ou à legislação vigente.

Escola colocou culpa em alunos
O diretor auxiliar da escola, Reginaldo Galvão, conta que os temas dos trabalhos foram definidos pelos próprios alunos e que refletem problemas atuais. “Estávamos querendo fazer a questão que não é para usar isso, entendeu? Estamos fazendo uma coisa para ajudar para que ninguém faça isso [aborto e suicídio, por exemplo]”, disse.

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