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Escola desobedece decisão judicial  e discute ideologia de gênero com alunos
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Escola desobedece decisão judicial e discute ideologia de gênero com alunos

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Mesmo depois da decisão judicial que proíbe as escolas de discutirem a ideologia de gênero com os alunos garantido através da exclusão da pauta no plano educacional dos estudantes algumas instituições mantém o posicionaemnto de desconstruir o ser humano excluindo a orientação moral e sexual de papel dos pais.
O que, desde o início, pareceu uma luta incansável, dá sinais de que a guerra pela integridade intelectual dos alunos para assuntos pertinentes ao esclarecimento familiar está apenas começando. A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou o Plano Estadual de Educação (PNE) que estabelece 23 metas a serem cumpridas pelo governo estadual nos próximos dez anos. Apesar de toda a polêmica, ficaram de fora do texto final as metas que incluíam a discussão de gênero e diversidade sexual nas escolas. Sendo assim, discutir gênero nas escolas continua sendo proibido.
Ao discutir a questão é importante traçar a diferença entre gênero e sexo. Sexo é uma classificação a partir das características biofisiológicas relacionadas com as diferenças corporais do homem e da mulher. A definição do gênero de um indivíduo não depende do sexo. Com o desenvolvimento da compreensão sobre as diferenças corporais sexuais a sociedade cria ideias e valores sobre o que significa ser homem ou mulher, feminino ou masculino, estas são
as chamadas representações de gênero.

Na escola
A escola Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emaf) Desembargador Amorim Lima na zona oeste de São Paulo promovia a “Semana de Gênero” e recebeu um ofício do vereador Ricardo Nunes pedindo a suspensão do evento, questionando os objetivos pedagógicos, a posição do Conselho Escolar, se as famílias haviam sido informadas e quais “leituras, filmes e músicas” seriam trabalhados.
O ofício foi recebido com indignação pela escola, que adota um projeto pedagógico inspirado na Escola da Ponte, do educador português José Pacheco. “A gente levou um susto quando recebeu a notificação. O vereador nunca se comunicou com a gente, nunca entrou em contato com a escola”, afirmou a diretora.

Motivo
A assessoria do vereador informou que a notificação foi enviada à escola porque o gabinete do parlamentar teria recebido várias denúncias em relação à Semana de Gênero, que envolvia alunos do ensino fundamental. Disse ainda que o objetivo do ofício não era ameaçar a escola tão pouco realizar qualquer forma de constrangimento, mas pedir esclarecimentos sobre o evento.

 

 

 

” É preciso ficar claro que discutir gênero, para nós, significa trabalhar ativamente para a redução da violência provocada pelo machismo – evento este profundamente enraizado em nossa sociedade – além de lutar cotidianamente pelo fim da intolerância e do preconceito, bem como na busca incessante de uma prática real de convivência harmônica entre todos os diferentes

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