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ENTREVISTA DE LULA SERVE DE PALANQUE PARA CORRUPTO SE AUTOPROMOVER
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ENTREVISTA DE LULA SERVE DE PALANQUE PARA CORRUPTO SE AUTOPROMOVER

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Em meio a polêmicas do Supremo contra a liberdade de imprensa onde a Corte chegou a censurar sites que divulgaram denúncias contra membro do Supremo, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou os jornalistas Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, e Florestan Fernandes Júnior, do El País, a entrevistar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta- feira(26).

E o presidiário não poupou o Português. Szeguindo com suas falácias, Lula levou à entrevista, concedida na sede da PF em Curitiba, o mesmo tom de sarcasmo que o acompanhou durante seus depoimentos; não sabe de nada, não viu nada e muitas acusações são de responsabilidade da falecida esposa Marisa Letícia.

Achando que possui algma moral para falar do atual momento que vive o país, Lula critiocu o governo e disparou, “Vamos fazer uma autocrítica geral neste país. O que não pode é este país estar governado por esse bando de maluco. O país não merece isso e, sobretudo, o povo não merece isso”, disse o ex-presidente.

O petista criticou ainda o ministro da Justiça, Sergio Moro. Para ele, o ex-juiz, que o condenou à prisão, “não sobrevive na política”. “Eu tenho certeza de que durmo todo dia com a minha consciência tranquila. E tenho certeza de que o (Deltan) Dallagnol não dorme, que o Moro não dorme”, ressaltou.

A morte pela pena
Seguindoa linha do sofrimento pela pena dos apoiadores, Lula ainda citou o vice-presidente Hamilton Mourão no episódio trágico sobre seu neto Arthur. Lula afirmou que era “grato” a Mourão “pelo que ele fez na morte do meu neto”. O ex-presidente disse que, se sair da prisão, quer “conversar com os militares” para entender o ódio ao PT.

Juíza negou estrelismo
Em agosto, a juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, havia negado o acesso da imprensa a Lula, alegando que “não há previsão constitucional ou legal que embase direito do preso à concessão de entrevistas ou similares“. A Folha argumentou ao STF que o entendimento da Vara afronta decisão da corte em ação que discutiu a Lei de Imprensa.

Investigações de verbas publicitárias contempladas por esses veículos de comunicação – ou governo do país da impresa (no caso do El País) possam explicar a preferência por esses veículos de
comunicação.

E quanto aos caros jornalistas, pode-se afirmar que se colocaram de forma medíocre e submissa como palanque para um exímio ladrão.

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