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EMPODERAMENTO FEMININO – grito pela libertinagem onde as donas de casa não têm voz

EMPODERAMENTO FEMININO – grito pela libertinagem onde as donas de casa não têm voz

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Tema em questão em várias partes do mundo, o empoderamento feminino nunca esteve tão em destaque como
no mês das mulheres.
Propagado pelo feminismo, tal qual o movimento perdido entre desesperadas que exigem respeito desfilando seminuas pelas ruas das cidades, o que era para ser um estímulo contra a acomodação e o medo que muitas mulheres possuem de avançar e se superar, o empoderamento é lançado como forma de disputa entre os gêneros e a tentativa de exclusão da figura masculina para a completa realização da mulher.

Disputa desnecessária e pífia. Ativistas do feminismo colocam o empoderamento restrito às mulheres que alcançaram o topo da cadeia produtiva e àquelas que lutam para alcançar o ápice profissional dentro de uma independência e individualidade que arrastam para a vida pessoal na criação de filhos independentes e em vidas vazias.

O movimento feminista que defende o empoderamento grita que força é o resultado da conquista da mulher no direito de matar seus filhos no ventre, andar de seios à mostra nas ruas porque homes assim os fazem. Que não se depilar as empodera e diz ao mundo que são donas de seus próprios corpos. Apelam para ignorância e pedem igualdade
dos gêneros dentro de uma distorção sexual.
Impõem uma guerra atacando os homens como se todos fossem desprezíveis, violentos e criminosos. Anulam a figura masculina dentro da família e defendem filhos fruto de experiência laboratorial e ausência de pai na formação de caráter.

Feminismo e fé
Assim como água e óleo, feminismo e fé não se misturam. Independente da crença religiosa que se defenda, o feminismo condena. Adverso a bíblia, ativistas afirmam ser o livro mais machista da humanidade.
O feminismo entende, distorcidamente, que a bíblia retira da mulher seus direitos e espaços. Abordam a bíblia como um livro machista que resume a mulher às atividades domésticas, como uma empregada que não foi contratada. Imaginam todas as mulheres cristãs como acéfalas alienadas, sem a instrução necessária para confrontar o pensamento arcaico bíblico, e por isso submetem-se a ele.

A ideia deste movimento é gritar para os cantos do mundo que a mulher também pode e também quer. Qual o desejo da mulher hoje? Quais são as etapas sociais que as mulheres precisam enfrentar e vencer? Uma minoria da sociedade feminina adepta ao movimento feminista mantém a pretensão de deter respostas a estas e muitas outras questões. Elas possuem uma cartilha repleta de coisas que irão sanar todas as necessidades que a sociedade impôs às mulheres. Elas erguem suas vozes como se as donas de casa, filhas obedientes, jovens recatadas, optantes pela virgindade até o matrimônio, fossem coitas excluídas, incapazes e subjugadas sem condições de explicitar seus pensamentos e vontades por si próprias.

O problema do feminismo é ter cometido e estar seguindo a direção errônea de muitos outros segmentos; achar que existe uma regra para tudo e todas. Da mesma forma que há as que decidem não seguir a rotina doméstica, é importante o respeito a todas que se realizam exercendo o papel de domésticas. Não há e nunca haverá papel universal para as pessoas no mundo.

Mulher poderosa é na verdade, aquela que mesmo tendo consciência de que errou na escolha de um parceiro, decidiu, corajosamente criar seu filho fruto de uma gravidez indesejada. Poderosa é a mulher que sabe que seu valor e sua beleza não serão medidos pela exposição de seu corpo e sua reputação ilibada diz muito a seu respeito. Respeito, esse que elas impõem com doçura e sensibilidade por que acredita ser diferente dos homens em vários aspectos, simplesmente porque o sexto sentido que só as mulheres possuem lhe aponta isso. Poderosas são as mães que nunca trabalharam fora e se sentem fracassadas por nunca terem ouvido a verdade sobre a importância de sua missão: Criar filhos decentes e honestos colaborou para uma sociedade mais justa, um lugar melhor neste mundo para se viver.
Vencedora é a mulher que não grita para ser exposta como objeto, vista como objeto na ilusão de estar conquistando olhares admiráveis.

Empoderamento feminino está em cada mulher que com toda dificuldade na vida manteve-se íntegra. Se ocupando cargo de chefia em grande companhia ou requentando o arroz para o almoço da família, todas são dignas de admiração por desempenhar com excelência aquilo que escolheram para viver ou, por fatores adversos, tiveram de aceitar por imposição da própria vida, mas que ainda assim escrevem
com suas mãos, suas próprias histórias.

Obviamente que durante séculos a mulher sofreu todo tipo de opressão pelo simples fato de ser mulher. Foi subjugada muitas vezes. Subestimada tantas outras. A luta pela liberdade, pelos direitos é válida. Muito válida! O voto conquistado. As oportunidades na universidade, no mercado de trabalho. Tudo partiu de pessoas que lutaram. Mas, é importante frisar que isto não começou com o feminismo e, é certo afirmar;
o caminho que está sendo traçado usando as conquistas de guerreiras do passado não cruza a linha de chegada de onde elas
almejavam alcançar.

Neste mês da mulher, esta reflexão é para cada uma de vocês que se sentem inferior por não fazer parte do seleto grupo de capas de revista ou que não fazem parte da mesa das executivas de alta performance.
Das que confrontam os padrões de beleza impostos por parte das mesmas mulheres que lutam pela individualidade, mas que prezam pela aparência exterior dentro de um biotipo aceitável, mas do que enxergam sua essência. Para as donas de casas, domésticas, secretárias do lar, garis, aposentadas, tias e avós, mães solteiras. Mas também é para as empresárias, as diretoras que chegaram ao topo impulsionadas por seu sonho e não pelo degrau da competição na busca por uma prova
de superioridade contra os outros.
É para todas as mulheres que não buscam nos outros a melhora de si mesmas e competem consigo próprias para que amanhã estejam
melhor que hoje.

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