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EM ESCOLA, CRIANÇAS DE 3 ANOS ESCOLHERÃO O GÊNERO A SEREM TRATADAS
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EM ESCOLA, CRIANÇAS DE 3 ANOS ESCOLHERÃO O GÊNERO A SEREM TRATADAS

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Quanto mais força o Estado amplia no mundo, mais ameaçada ficam as famílias brasileiras. Primeiro pela tendência comunista/esquerdista que se alastra no planeta e segundo pelo histórico de réplica relâmpago de tudo o que desfavorece os valores morais que o Brasil teima em seguir.
Na Inglaterra, a escola Arbury Primary, em Cambridge decidiu que nenhuma crianças poderá ser chamada de ‘ele’ ou ‘ela’ contra sua vontade. O pedido é extensivo aos pais, que perdem o direito de educar moralmente seus filhos pela obrigatoriedade de cumprimento de uma norma escolar.

FIM DO MUNDO ‘BINÁRIO’
A disseminação da imposição da ideologia de gênero é realizada por altos escalões de administração e política no mundo que defendem o posicionamento sem temer a retaliação dos conservadores. Em Cambridge, o diretor Ben Tull defende, segundo sua concepção, que o ambiente escolar deveria ser “trans-amigável” e que os alunos transgêneros deveriam ser respeitados, pois “tolerância” se ensina desde cedo. “Precisamos nos afastar do modelo binário”, afirmou, negando-se a revelar se há alguma criança trans matriculada ali.

APOIO E ESTÍMULO ÀS CRIANÇAS EM TRANSIÇÃO
A escola realizou assembleias, onde foi explicada a adoção do novo uniforme, considerado “neutro” em termos de gênero e a liberação para que as crianças usem qualquer banheiro que quiser, independentemente do “sexo ao qual se destinam”. Também foi explicado que toda criança em “transição” de um gênero para outro terá acompanhamento especial.

ERRAR PRONOME É PASSÍVEL DE MULTA
O site da instituição de ensino passou a exibir uma página dedicada às novas regras insistindo que “chamar alguém deliberadamente pelo pronome errado é ‘indelicado’ e ‘proibido’. Se você ouvir ou ver esse tipo de linguagem sendo usada, denuncie”, pede a direção da escola.
Em outro trecho, a justificativa para as mudanças é o desejo de se conformar à “Lei de Igualdades”, em vigor desde 2010, que estabelece quando um “crime de ódio” ocorre e o que deve ser feito a respeito. Curiosamente, essa legislação não menciona crianças.

EUROPA DISSEMINA EM PROGRAMA EDUCATIVO
Por mais chocante e revoltante que possa parecer a incitação da distorção de gênero em crianças a partir dos 3 anos de idade, as medidas de Arbury Primary não são inéditas ou isoladas.
Na verdade, parecem seguir algo cada vez mais comum em países como a Suécia, onde o programa educacional prevê o ensino da ideologia de gênero como norma desde os primeiros anos.
Stephanie Davies-Arai, da ONG Transgender Trend, organização criada por pais preocupados com o aumento do número de crianças diagnosticadas como transgênero, acrescentou: “Acreditamos que uma criança na escola primária pensar em mudança de gênero é um passo drástico, que pode influenciar seu desenvolvimento”.

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