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DAMARES ALVES DÁ O TOM DOS DIREITOS HUMANOS PARA HUMANOS DIREITOS
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DAMARES ALVES DÁ O TOM DOS DIREITOS HUMANOS PARA HUMANOS DIREITOS

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Preocupação agora será com as vítimas e não mais com os criminosos

Alvo de críticas pela mídia que corrompeu muito do eleitorado brasileiro através de uma política esquerdista em prol do socialismo e comunismo no Brasil, a ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, começou a dar o verdadeiro tom da pasta ao surpreender a todos enviando uma equipe para amparar as vítimas de estupro do médium João de Deus em Abadiândia (GO).
A atitude da ministra comoveu o delegado que está a frente das investigações, Rodrigo Luiz Jayme. Ele relatou que visitas do pessoal de direitos humanos são sempre para verificar a situação do preso, nunca das vítimas.
Preocupada com quem sofreu as agressões, seu bem estar, estado psicológico e desdobramento das investigações, Damares mostrou que sua posição será pelas vítimas e não pelos criminosos.
Damares pretende garantir a segurança e o atendimento psicológico das denunciantes, que carregam o trauma para sempre.
São muito comuns, entre as vítimas, quadros depressivos que exigem acompanhamento permanente de profissionais de saúde.

Várias vítimas de João de Deus relataram tentativas de suicídio.
Uma das vítimas de João de Deus cometeu suicídio nesta quarta, diz ativista
A ativista Sabrina de Campos Bittencourt, de 37 anos, que recebeu as primeiras denúncias contra João de Deus, afirmou que uma das vítimas do médium cometeu suicídio em dezembro passado.
“Ela se desesperou quando viu que ele estava trabalhando normalmente”, disse a ativista. Sabrina afirma que foi orientada a não dar detalhes sobre o ocorrido. “A família da vítima nunca acreditou nos abusos. São todos seguidores do médium”.

Mesmo assistindo a um país que precisa de muitas e drásticas mudanças, acalenta o sentimento de sede de Justiça dos brasileiros cansados de ver o dinheiro público sendo usado para defender os estupradores, assassinos, esquartejadores que recebiam amparo incondicional pelos representantes dos Direitos Humanos que sempre fizeram questão de colocar sua posição em prol dos causadores da criminalidade e nunca das vítimas da violência.

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